O goleiro Cássio viverá uma maratona nos próximos dias para conseguir representar a se­leção brasileira e estar presente no jogo do Corinthians contra o Fluminense, quarta-feira (15), no Itaquerão, no confronto que pode garantir o título para a equipe alvinegra. A diretoria corintiana espera pelo goleiro no estádio, mas mostra pessimismo com a possibilidade de ele ser titular. En­tretanto, existe a chance de o ídolo ficar no banco de reservas.

“Para que ele (Cássio) jogue é algo impossível. Estamos tentan­do trazê-lo com um pouco de an­tecedência para ele acompanhar o jogo conosco. Se for um voo diurno, ele chega na quarta por volta das 18h. Não tem como ele pegar 12 horas de voo e jogar uma partida” disse o presidente do Co­rinthians, Roberto de Andrade.

Para o diretor de futebol do clube, Flávio Adauto, há a possi­bilidade de o goleiro ficar no ban­co de reservas. “Se ele não puder jogar, fica no banco ou na tribuna. Ele é um dos maiores interessa­dos em estar presente na arena e estamos conversando com ele sobre isso”, explicou o dirigente.

O Corinthians, geralmente, leva dois goleiros para ficar entre os reservas. Contra o Avaí, tinha apenas Filipe como opção de banco porque Matheus Vidotto foi afastado depois de se irritar por ver que Caíque seria o titular no lugar de Walter, machucado.

A seleção brasileira vai en­frentar a Inglaterra na terça­-feira, em Londres, às 18 horas (de Brasília). A ideia seria o go­leiro pegar um voo na manhã de quarta para poder chegar a tem­po de estar presente da partida contra o Fluminense.

O Corinthians pediu a libera­ção do goleiro para a CBF, mas, antes mesmo de fazê-la, já ou­viu da entidade que isso não se­ria possível, pois teria que ceder e liberar também os outros atle­tas que defendem clubes brasi­leiros e isso poderia prejudicar o planejamento do técnico Tite.

“Consultamos a CBF e não fomos atendidos, mas eles não tinham a obrigação de atender. O Cássio vai estar lá e depois a gente vê se vai para o banco. Pode dar o título? Pode, mas pode não ser na quarta e ficar para domingo ou no outro do­mingo. Aprendemos a ter paci­ência”, comentou Adauto.

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