O BICHO ESTA PEGANDO
O prefeito Nogueira tem procedido a mudanças que a assessoria afirma serem adequações nas Secretarias, na administração dire­ta, indireta e fundacional. Efetivamente não são readequações. O prefeito tem analisado sua equipe e ele não admite escorregões. Aguardem, pois outros mais poderão ser transferidos de funções, caso sejam efetivos. Os comissionados se acautelem, pois se er­rarem não há perdão. Nós já falamos nesta coluna que o assessor erra, mas quem coloca o “carão“ na TV, no jornal, é o prefeito e a ele compete a responsabilidade. Ao que consta ele entendeu que assim deve ser. O tempo urge. Dois anos passam rapidamente e ele não quer ao que se sabe, ser acusado de acomodado.

OUTROS CASOS
Embora não se tenha explicitado, os que cometeram equívocos no DAERP foram retirados daquele órgão e devolvidos às suas origens funcionais. Três graduados foram remanejados de uma só vez. Agora no Jurídico também passou um “tsunami”. A responsabilidade ficou com o Pessini que acumula duas Secretarias. Aguardem e confiram.

AFONSO ESTÁ SÓ
Afonso Reis Duarte, Superintendente do DAERP, segundo funcioná­rios antigos, está sozinho na administração daquele setor. O pessoal de Rio Preto, garantem, deu motivos inúmeros para tomar comprimi­dos contra dores de cabeça por vários dias. Quem comenta analisa e garante que ele é um Dom Quixote sem o Sancho Pança e nem o seu cavalo na luta contra os moinhos de vento. E haja moinhos.

AEROPORTO INTERNACIONAL
Esta passando da hora de a cidade se irmanar na luta pela execução do Projeto do Aeroporto Internacional Leite Lopes. Não é possível que nós sejamos carimbados com a pecha de “Bobos” por aqueles que têm a “caneta” para a solução do problema. É importante que se analise um a um dos candidatos que virão pedir votos para votar­mos com consciência cidadã. Para dizer “NÃO” a quem prometeu e não cumpriu. Vamos analisar um a um e fazer uma relação dos que empurraram com a barriga. Nesta hora precisamos nos unir. Uma vara você quebra fácil, mas um feixe de varas não se consegue que­brar. O povo não pode ser “vaquinha de presépio” e só dizer amém.

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