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Mal tratada em unidade de saúde, prefeita abre sindicância

A prefeita de Ribeirão Pre­to, Dárcy Vera (PSD), mandou abrir sindicância nesta sexta­-feira, 19, após se considerar desacatada por funcionárias de uma unidade de saúde lotada, na noite de quinta-feira, 18.

Ela recebeu um post no celular de uma paciente que reclamava da lotação e do aten­dimento na Unidade Básica Dis­trital de Saúde (UBDS) do bairro Quintino Facci II, na zona norte, e ligou para a coordenação. A enfermeira negou-se a atender a prefeita no telefone. A servidora que recebeu a ligação também teria sido ríspida. Dárcy foi pes­soalmente ao local e confirmou o mau atendimento.

A cidade vive epidemia de dengue e tem 800 casos suspei­tos de zika vírus. A unidade é a mesma em que a reportagem encontrou um paciente rece­bendo hidratação num banco da praça, no último dia 8. Ele alegou falta de espaço na uni­dade, que estava lotada de pes­soas com suspeita de dengue.

“Estive nesta unidade a noite e fiquei chateada e decepcionada com a forma com que alguns funcionários públicos tratavam os pacientes. Esqueceram que quem paga o salário deles é o povo”, postou a prefeita.

Na rede social, ela reclamou também da forma como foi tra­tada pela servidora. “Ouvi ela (enfermeira) dizendo que se eu quisesse saber alguma coisa, que fosse na unidade pessoalmente falar com ela. Foi o que fiz”, re­latou. Ainda segundo a prefeita, ela foi à unidade acompanhada pelo secretário da Saúde, Stênio Miranda, e constatou problemas como um aparelho de raio-x que­brado e um paciente aguardando ambulância havia várias horas.

A prefeita pediu para proibir o uso do aplicativo Whatsapp durante o expediente. A apuração sobre a conduta das servidoras será feita com base no Estatuto dos Funcionários Municipais.

 

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