Carlos Nuzman, President of the Brazilian Olympic Committee, center, is escorted by federal police officers after being taken into custody at his home, in Rio de Janeiro, Brazil, Thursday, Oct. 5, 2017. The president of the Brazilian Olympic Committee was arrested amid an investigation into a vote-buying scheme to bring the Olympics to Rio de Janeiro last year. (AP Photo/Silvia Izquierdo)
Por Marcio Dolzan

Carlos Arthur Nuzman não é mais presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Preso desde quinta-feira passada, o dirigente encaminhou carta ao comitê anunciando sua renúncia. O pedido foi lido por um de seus advogados na assembleia geral extraordinária que acontece nesta quarta, na sede do COB, no Rio

Com a saída definitiva de Nuzman, que comandava o comitê desde 1995 e tinha mandato previsto até 2020, o vice Paulo Wanderley Teixeira assume o comando da entidade. Ele presidiu a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) por 16 anos.

Nuzman foi preso durante a Operação Unfair Play, que investiga suposto esquema de compra de votos para o Rio de Janeiro ser sede da Olimpíada do ano passado. Ele está detido preventivamente na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio. Não há prazo para sua soltura.

Nesta quarta, enquanto dirigentes de confederações debatiam no auditório do comitê, do lado de fora um pequeno grupo de manifestantes pedia por eleições diretas no COB. Liderados pelo ex-nadadores olímpicos Luiz Lima e Djan Madruga – ambos com passagem pela secretaria de Alto Rendimento do Ministério do Esporte -, eles querem que atletas federados tenham direito a voto nas eleições do comitê.

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