A Literatura Paraguaia na Contemporaneidade: Caputo, Kent, Colombino, Bogado, Recalde, Barreto e Casartelli

0
27

Giselle Caputo nasceu em Buenos Aires em 1986 e vive em Assunção, Paraguai, desde 1991. É formada em Letras pela Universidade Nacional de Assunção. Publicou os poemas “Batel”, em 2008; e “17” em 2016. Desde 2013 é membro da equipe editorial da revista literária “El Guajhú. Seus poemas apareceram em antologias de poesia: “4 yiyis”, 2008; “Ut Eros: poesia erótica feminina paraguayenses, (2009), “Kavure’i, “Academia Literaria de la Faculdad de Filosofía – UNA-, 2011; “Poesía Paraguaya Contemporánea, por Jaime Retamales, Puebla, Mexico: Dossier del Círculo de Poesía, revista eletrônica, 2016; “Ya estamos caminando por esta tierra reluzente perfumada. Poesía paraguayensis del siglo XXI, Selección y prólogo de Douglas Diegues, Bahía Blanca, Argentina: Ediciones Vox, 2016; “Treinta y tantos, México: Universidad de Guadalaja­ra, Revista Literaria Luvina Nº 85, 2016”; “Generación Picnik. Antología bucólica, Asunción, Paraguay: El Guajhú Ediciones, 2016”; “Transfronterizas. 38 poetas latinoamericanas, compila­dora: Carmina Estrada, México: Ediciones de Punto de Partida, UNAM, 2016”. Representou o Paraguai no 24º Festival Internacional de Poesia de Rosário (FIPR, Argentina, 2016).

Christian Kent nasceu em Assunção em 1983. Publicou “Lieutenant” (Felicita Carto­nera, Asunción, 2011; edición virtual: La Calle Passy 061 Ediciones, Buenos Aires, 2011) e “El Conde Orloff” (Okara Japu, Asunción, 2013). Foi incluído na antologia “10 poetas paraguayensis (Ediciones Vox, Bahía Blanca, 2014) e em “1.000 millones. Poesía en lengua española del siglo XXI” (ES, EMR y CCPE/AECID, Rosario, 2014). Colabora no blog de lite­ratura “La Calle Passy 061” e no suplemento cultural do jornal ABC Color e no blog literário Kirirïsis (kiririsis.blogspot.com). É editor da revista de gastronomia “Alacarta”.

Lía Colombino (Assunção, 1974) é Diretora do Museu de Arte Indígena do Indigenous Art Museum in the Museo del Barro, um complexo de três museus que reúne as diferentes produções artísticas do Paraguai. Desde 2009 coordena o Espacio/Crítica Seminar, programa educacional realizado pela mesma instituição. De 2010 a 2012 foi coordenadora-chefe do projeto Desalmidonar los párpados (Para desanuviar as pálpebras). Resgate do arquivo de Cira Moscarda, Assunção. Desde 2010 é Professora no Instituto Superior de Arte (Art Insti­tut, National University of Asuncion). Desde 2018 é Diretora do Instituto ISA. Desde 2009 é membro ativo da Red Conceptualismos del Sur (www.redCsur.net)www.liacolombino.com).

Cristino Bogado (1967) nasceu em Assunção, em 1967. Publicou “Plágio inconsciente de Leopoldo”, editado na Espanha em 2014; “Contra o futebol e outros nihilpoemas”, em 2013; “Dandy com vertigem”, em 2004; “Desperezamiento Punk”, em 2007; “Suco Loco, Last poesia paraguaia 1996-2007”, em 2007; “Dandy Maká Ut”, em 2008; Eros. Feminino Erotika parawa­yensis Poesia, em 2009; Tatu ro’o metafísico (xapoesía em poro’unhol) em 2008; “Quase Pa­rawayo”, em 2009; “Amor KARAIVA”, em 2010, entre outros livros. Publicou também poemas e ensaios em revistas chilenas como “Bilis e Mar com Soroche”, em revistas mexicanas como “Orientação e Metropolis”, e revistas peruanas como “Pen Pelicano”, em revistas espanholas como “La Caja Stores (fanzine)” e “Daimon, laissez-aller” e “La Migra” na Argentina.

Camila Recalde (1992), escritora, narradora oral, editora e professora. Seus poemas fazem parte da Antología de la Academia Literaria Kavure’i (Facultad de Filosofía de la Universidad Nacional de Asunción, 2010) e da Generación Piknic (Ediciones El Guajhú, Asunción, 2016). Publicou artigos na revista especializada em poesia e crítica “El Tren Rojo”, e colaborou na rádio online Ondas Ayvu do CCEJS, com entrevistas a escritores contempo­râneos no podcast do programa “Deshojando Ondas” (2015-2016). Em 2015, coordenou o clube de leitura “Literatura Paraguaya de la Dictadura”. É editora da revista independente de linguagem e literatura “El Guajhú”. Coordena, junto com o poeta Carlos Bazzano, o projeto Laboratório de Criação Literária.

Edu Barreto (1978, Asunción, Paraguay). Designer gráfico, professor universitário e membro versátil do Clube de Sodomia e Masturbação outonal persistente. Participou de oficinas literárias presenciais e à distância com os(as) escritores(as) Victorio Suárez, Lia Colombino e Laura Yasán (Prêmio Casa de las Américas – Havana, Cuba, 2008). Oito de seus poemas foram publicados em “Cuando maduran los signos”, poemário da oficina lite­rária da UNIBE (2008). Seu conto “Ramón/Zulema” integra a “Lascívia Textual”, antologia de contos eróticos lançada pela Revista Y (2014). Alimenta irregularmente seu blog com textos que tentam parecer poesia desde 2005. Desde 2016 desenvolve seu projeto BienCerca: poesía íntima en lugares públicos, em que se senta nas praças de cidades latino-americanas a sussurrar poemas no ouvido das pessoas. Pelas tardes imagina que a espera é uma tarântula que passeia por seu ventre.

Mario Casartelli (1954, Assunção). Seu trabalho oscila entre a literatura, a música e o humor gráfico. É o autor de algumas charges e caricaturas semanais do jornal “Última Hora”, também incursiona no jornalismo e na crítica cultural e literária. Seu primeiro livro foi “La rosa de los días” (1982), tendo publicado, posteriormente, “Contrapunto” (1988), “Sagrada irreverencia” (1993), “Monodia del verano” (1993), “Acuérdate” que te espero (1995), “La urdimbre del laurel” (1997), “La condición del fuego” (2009), “De yambos y otros manbos” (2007), “Kamba a’ã: Frutos del alma de la negritud” (2017). Possui dez tabalhos musicais, dos quais se destacam: “Vientos de marzo” (1999), dedicados aos caídos no Março Paraguaio; “Perla en el mar” (2000), dedicado a Cuba; e “Kamba mba’epu” (2003), “Kámba-kamba” (2014) e “Tres mujeres tres tambores” (2017), discos que compôs com a comunidade kambakua, de descendentes africanos. Como cronista publicou “Palestina: la llave entre las piedras” (2010) no qual defende a causa palestina.