JOSÉ BAZZO/AGÊNCIA BOTAFOGO

João Victor Cristovão

O primeiro turno do Cam­peonato Brasileiro da Série C termina neste domingo quan­do o tricolor enfrenta o ituano no estádio Santa Cruz às 11h da manhã. As duas esquipes estão separadas por três pon­tos na tabela, o time de Itu é atual terceiro colocado com 16 pontos, já o Pantera ocupa o quinto lugar com 13.

Para voltar ao G4 ainda nesta rodada, sem depender de nenhum outro resultado, o clube de Ribeirão Preto preci­sa vencer por uma diferença de no mínimo dois gols. E as­sim chegará à pontuação que o técnico Argel Fuchs colo­cou como meta ao seu elenco. “O que o Argel falou conosco é que a nossa meta era de 15 pontos e podemos até fazer mais, buscar os 16 pontos. Essa é uma meta nossa nesse pri­meiro turno, e se Deus quiser vamos atingir ela,” disse Pará.

Após cair para a terceira divisão do campeonato nacio­nal, o Botafogo busca voltar ainda esse ano para a Série B. Se depender do lateral-es­querdo o time estará classifi­cado ao final da competição. “O Botafogo é sempre favori­to, o time acabou caindo na Série B, mas somos os é fa­voritos para buscar o acesso, é um time grande na Série C,” e ainda completou outras equipes que também estão em condições de subir de divisão.

“Existem outras equipes que também têm essa condi­ção. Nosso grupo está muito parelho, onde o quinto pode ser o líder, e um dos favori­tos também são os times da­qui do estado de São Paulo, como o Novorizontino, Mi­rassol e até o Criciúma. São times qualificados que estão na nossa chave e por isso es­tamos trabalhando forte para conquistar nossa vaga no G4.”

Em sua primeira passagem pelo Botafogo em 2019, Pará fez 44 partidas e não marcou nenhum gol. Neste ano ele voltou ao clube no início da temporada e já fez 19 jogos, sendo 11 pelo Campeonato Paulista e oito pela Série C. O jogador sempre teve uma relação de amor e ódio com o torcedor, pois ele vai muito bem em algumas partidas e nem tão bem assim em outras.

Segundo ele, principal­mente no Paulistão algumas atuações ruins aconteceram, pois ele ainda estava se rea­daptando ao futebol brasilei­ro após passar uma tempo­rada no Japão. “Essa relação de amor e ódio é normal no futebol com o jogador. No início da temporada, por es­tar vindo do Japão, a gente acaba adquirindo um ritmo de jogo mais lento. Na minha volta tive que pegar alguns jogos para readquirir o ritmo de jogo aqui no Brasil, pois é um estilo completamente di­ferente,” salientou.

Já projetando o confron­to de domingo, Pará acredita que será um divisor de águas e afirmou que o elenco está treinado forte. “Sabemos da importância do jogo, será um divisor de águas para a gente, um confronto direto. Vamos trabalhar forte a cada dia para buscarmos a vitória dentro de casa,” finalizou.

Argel pode contar com a volta do zagueiro Fabão que se lesionou na terceira roda­da contra o Mirassol, já Luke­ta ainda é dúvida e Dudu está sem condições de jogo, mas treina com o grupo e tem pre­visão de volta marcada para o início do segundo turno.