Coelho relaciona Cazares, sonha com quarteto ofensivo e quer ‘recuperar’ Luan

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Divulgação/ Agência Corinthians

O Corinthians pode ter um quarteto ofensivo bem dife­rente nos próximos jogos com Cazares, Otero, Luan e Jô. O técnico interino Dyego Coelho está empolgado com o equato­riano e promete “fazer de tudo” para recuperar o ex-Grêmio.

Cazares foi relacionado para o confronto contra o Atlético Goianiense, nesta quarta-feira, na Neo Quí­mica Arena, em São Paulo, em jogo adiado da primeira rodada do Campeonato Bra­sileiro, e deve ficar no banco de reservas. Luan pode ser a surpresa entre os titulares.

Ao ser questionado sobre Cazares, Coelho afirmou que o jogador fez programação segu­ra nos treinos, principalmente na parte de fisiologia e física. “Cazares vai para o jogo, será relacionado, não tem proble­ma em dizer isso. Vamos sentir a melhor hora e maneira de co­locá-lo, se necessário”, afirmou o técnico, deixando no ar que só utilizará o reforço neste jogo caso haja necessidade.

O interino garante já ter conversado com seu co­mandado sobre os proble­mas extracampo e acha que não terá problemas. Coelho gostou muito do que ouviu de Cazares.

“A gente procura cobrar dentro de campo, sempre. Mas tivemos uma conver­sa muito boa por sinal, que não posso abrir aqui o que conversamos, mas realmente sentindo uma situação que ele quer demais, quer muito”, festejou. “Isso me deixa mais confiante para usá-lo, para cobrá-lo em campo, para que ele renda o melhor futebol e é o que esperamos dele”.

Sobre Luan, Coelho tam­bém mostra empolgação. A ponto de cogitar usá-lo ao lado de Otero diante dos goianos. “O Luan é um jogador espe­tacular, um profissional espe­tacular. Ele é um cara do bem e está com um semblante mais leve”, disse. “Ele tá sorrindo e buscando aquilo que espera­mos dele e espero poder ajudar a recuperar o seu futebol. Con­fio muito nele”.

Coelho usa o Corinthians campeão brasileiro de 2005 na época da MSI para imaginar a escalação do quarteto ofensivo, quem sabe, já na visita ao Red Bull Bragantino neste fim de semana. “Joguei numa equipe que tinha Carlos Alberto, Ro­ger, Tevez e Nilmar. Nós car­regávamos o piano na defesa e eles decidiam lá na frente. Então a gente vai pensar em colocar os melhores jogadores juntos”, completou.

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