Jornal Tribuna Ribeirão

Covid-19 – RP tem 3.002 óbitos por covid

Ribeirão Preto ultrapassou a barreira de três mil vítimas e agora soma 3.002, além de 112.966 casos de coronavírus

Ribeirão Preto anunciou mais sete mortes por covid-19, segundo o último boletim epidemiológico diário da Secretaria Municipal da Saúde, divulgado nesta sexta-feira, 26 de novembro, e ultrapassou a marca de três mil vítima fatais do coronavírus. A pasta passou a emitir relatórios semanais por causa da tendência de estabilidade no número de casos, internações e óbitos causados pela doença. A periodicidade diária será restabelecida imediatamente caso seja necessário

Mais de três mil mortes – A cidade já ultrapassou a barreira de três mil vítimas, mesmo com o avanço da vacinação, que freou a propagação da doença. Até agora são 3.002 – um dos casos anunciados ontem ocorreu em outubro do ano passado. Outubro fechou com 41 mortes, mais de uma por dia, mas apenas 17 constam do boletim. É o menor volume do ano e o mais baixo desde abril de 2020. Na época, onze pessoas morreram de covid-19, segundo os dados oficiais, mas a pandemia estava no começo.

Novembro já tem 14 mortes, mas apenas quatro foram computadas no boletim. Março é o mês com mais óbitos na pandemia. São 402, média de 13 por dia. O recorde do ano passado pertence a julho (244). O recorde de falecimentos anunciados em um único boletim pertence a 14 de junho deste ano, de 36. O recorde de óbitos em 24 horas é de 3 de junho, de 26 óbitos.

Óbitos ano a ano – O total de mortes por covid-19 em menos de onze meses de 2021, de 1.957, já é 87,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (de março a dezembro), de 1.045. São 912 a mais. De 26 de março de 2020, data do primeiro óbito, a 15 de janeiro deste ano, data da milésima morte, foram 297 dias. Para chegar a dois mil foram 122 dias. Atingiu essa marca em 17 de maio. Para chegar a três mil foram 193 dias.

Os meses com menos falecimentos são março de 2020 (dois, a pandemia começou em meados do mês em Ribeirão Preto) e abril do ano passado (onze). A taxa de letalidade da pandemia é de 2,7% e neste ano está em 2,8%. Por sexo, as vítimas da covid-19 são 1.667 homens (55,5%) e 1.335 mulheres (44,5%).

Cidade soma 112.966 casos de coronavírus
Ribeirão Preto anunciou 163 casos de coronavírus em uma semana – cerca de 23 a cada 24 horas – e, neste ritmo, o número de pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 na cidade não deve ultrapassar a barreira de 115 mil este ano. Se isso ocorrer, será em dezembro. Nesta sexta-feira, 26 de novembro, saltou para 112.966, alta de 0,01% em relação aos 112. 803 do relatório do dia 19.

Mais de 70 mil casos no ano – Somente em 2021, Ribeirão Preto soma quase 71 mil casos confirmados. São 70.988, alta de 69,1% em relação aos 41.97* do ano passado, 29.010 a mais. A quantidade total de pessoas infectadas equivale a 15,7% da população da cidade, de 720.116 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O recorde de infecções em 24 horas foi registrado em 9 de junho, de 726. O anterior era de 1º de junho, de 667. São 1.216 em outubro, média de 39 por dia, o menor volume do ano e o mais baixo da pandemia desde abril do ano passado, de 223, ainda no começo da crise sanitária.

São 463 em novembro, 19 por dia. O mês com mais casos da pandemia é maio, com 12.096, média de 390 cada 24 horas. O recorde do ano passado pertence a julho (8.626). Os meses com menos casos são março (88, a pandemia começou em meados do mês na cidade) e abril (223) do ano passado.

A taxa de transmissão (Rt) do coronavírus em Ribeirão Preto segue em evolução. Era de 0,56 em 17 de setembro. Em dia 10 de outubro estava em 1,05. Passou grande parte do mês passado na casa do 0,70. No dia 19 era de 0,86, a 13ª mais elevada do estado. No domingo (21) chegou a 0,91 e entrou na lista das dez mais altas.

Na quarta (24) atingiu 0,94, a nona maior taxa, na quinta (25) estava em 0,95 e nesta sexta-feira (26) saltou para 0,96, ainda a oitava mais elevada. Significa que 100 pessoas podem transmitir a doença para outras 96. O limite considerado aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 1,00.

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