Covid causa mais 4 mortes

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A Secretaria Municipal da Saúde confirmou mais qua­tro mortes por covid-19 em 24 horas, segundo o Boletim Epidemiológico divulgado nesta sexta-feira, 23 de outu­bro, e Ribeirão Preto chegou a 837 falecimentos em de­corrência da doença, alta de 0,5% em relação aos 833 de quinta-feira (22). Os óbitos ocorreram em 72 horas, entre terça-feira (20) e anteontem.

Na segunda-feira (19), um menino de oito anos morreu por causa do coronavírus. Foi o primeiro óbito de uma criança em decorrência da covid-19. A Secretaria Mu­nicipal da Saúde informa que o garoto era portador de do­ença neurológica crônica e pneumopatia crônica e já ha­via sido submetido à cirurgia de traqueostomia definitiva.

Sobre a evolução das mor­tes por covid-19 na cidade, a tendência é de queda na com­paração semanal. Entre 9 e 15 de outubro, ocorreram 25 mortes na cidade, média de três falecimentos por dia. Nos sete dias subsequentes, entre 14 e 20 de outubro, foram con­firmados mais 20 óbitos com a atualização de ontem.

A média diária é de três – um a cada oito horas. A queda chega a 20%, com cinco víti­mas fatais a menos. No dia 12 não houve falecimento. Isso não acontecia desde 28 de maio, mas pode mudar com a atualização do boletim.

A média móvel mais bai­xa da pandemia ocorreu na semana de 30 de maio a 5 de junho, quando estava em 16 mortes. A mais alta foi cons­tatada entre 18 a 24 de julho, de 59 falecimentos. O dia com mais óbitos confirmados ainda é 4 de agosto, quando a pasta anunciou 18 falecimentos.

O recorde de mortes em 24 horas pertence a 24 de julho, com 13. O município está perto de atingir 30,4 mil pacientes infectados pelo Sars-CoV-2 – são 30.397. O Boletim Epidemiológico do Departamento de Vigilância em Saúde contabiliza a data do início dos sintomas e do diagnóstico da doença.

O balanço da pasta traz 242 falecimentos em julho. Tem ainda 207 de junho, 66 de maio, onze de abril, dois de março e 177 de agosto, mas 198 pessoas morreram. Se­gundo o boletim, 112 pessoas faleceram em setembro, mas a cidade fechou o mês com 166 mortes, cinco por dia.

Há registro de 20 mortes em outubro, mas 80 óbitos ocorreram neste mês, três por dia. A taxa de letalidade subiu para 2,8% – chegou a 5,3% em abril e em maio. A mais baixa até agora é a de se­tembro, com média de 1,3%, abaixo inclusive à taxa de março, de 2,1%.

Em junho foi de 3,1%, em julho de 2,8% e em agosto, de 2,4%. Está no mesmo patamar dos índices regional (2,7%), nacional (2,9%) e do mundial (2,7%), mas abaixo do esta­dual (3,6%). Duas das novas vítimas são do sexo masculino e duas, do feminino. Duas es­tavam internadas em hospitais públicos e outras duas, em ins­tituições particulares. Tinham entre 46 e 97 anos,

Por sexo, são 467 ho­mens (55,8%) e 370 mulheres (44,2%). A vítima mais jovem agora é o menino de oito anos. Até então, era uma mulher de 23 anos que morreu em 28 de junho e a mais idosa, uma se­nhora de 101 anos que faleceu no 20 do mesmo mês. Setecen­tas e setenta tinham alguma comorbidade (92%).

Um senhor de 76 anos, um homem de 41, outros dois de 42, uma mulher de 55, um senhor e uma senho­ra de 65, um munícipe de 75, um idoso de 79 e uma idosa de 90 anos não tinham doen­ças preexistentes (1,2%) e 57 casos estão sob investigação (6,8%). Cento e trinta e qua­tro pessoas tinham menos de 60 anos (16%) e 703 eram sexagenárias, septuagenárias, octogenárias, nonagenárias ou centenárias (84%).

Por idade, os óbitos estão distribuídos entre de 5 a 9 anos (um, 0,1%), 20 a 29 anos (cinco mortes, 0,6%), de 30 e 39 anos (19, ou 2,3%), de 40 a 49 anos (31 óbitos, 3,6%), entre 50 e 59 anos (79, ou 9,5%), entre 60 e 69 anos (170, ou 20,4%), de 70 a 79 anos (235, ou 28,1%), de 80 a 89 anos (219, ou 26,3%) e de 90 anos ou mais (78, ou 9,1%).

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