FERNANDO GONZAGA/CCS

A deputada federal Sâmia Bomfim (Psol) e a assistente social e militante do partido em Ribeirão Preto, Mayra Ribeiro, protocolaram reque­rimento na prefeitura soli­citando informações sobre quais ações sociais o muni­cípio tem adotado durante a pandemia do coronavírus.

Mayra Ribeiro foi candi­data à vice-prefeita de Ribei­rão Preto nas eleições do ano passado em dobradinha com o professor e sindicalista Mauro Inácio (Psol). Pedem informa­ções sobre a Central de Atendi­mento e Cadastro Emergencial (Cacem). Também querem saber se o prefeito Duarte No­gueira (PSDB) tem projeto para o Programa de Auxílio Emergencial para os morado­res do município.

De acordo Mayra Ribeiro a situação social e sanitária do país tem se deteriorado a cada dia. “Por essa razão, é urgente tomar medidas de combate a propagação do vírus, como também ações emergenciais mitigatórias que possam socorrer às po­pulações mais afetadas eco­nomicamente pela tragédia sanitária. A fome se tornou realidade no país e em Ri­beirão Preto não é diferente, precisamos garantir a sobre­vivência de nossa população seja pela cestas básicas e pelo programa de auxilio emer­gencial”, afirma.

Segundo a prefeitura, a Ca­cem foi inaugurada no começo do ano pela Secretaria Munici­pal de Assistência Social para uniformizar o atendimento aos munícipes em situação de vulnerabilidade. Antes, as solicitações como as de cesta básica, estavam descentrali­zadas nos sete Centros de Re­ferência de Assistência Social (CRASs) e também nos nú­cleos de convivência.

De acordo com o governo na primeira semana de fun­cionamento a central atendeu 1.082 ligações, das quais 762 foram atendidas com cesta básica emergencial. As outras 320 não atendiam aos crité­rios pré-estabelecidos para o recebimento do auxílio. Os atendimentos, segundo o governo, são feitos em PABX com 30 linhas, de segunda a sexta-feira, das oito às 16 ho­ras, com a supervisão de uma assistente social e seis aten­dentes por turno, pelo telefo­ne 3605-0030.