Dinho Ouro Preto faz show em RP

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O vocalista da banda Ca­pital Inicial, Dinho Ouro Preto, estará em Ribeirão Preto nesta quinta-feira, 14 de janeiro, para apresentar o show “Acoustic”. A apresenta­ção terá início às 20 horas, no Hard Rock Café. Os ingressos estão à venda no site https://www.alphatickets.com.br. A mesa do setor B, para quatro pessoas sai por R$ 1.540.

Nos setores C e E, as me­sas de quatro lugares custam R$ 1.100. Já para o setor D, para duas pessoas, sai por R$ 550. O bar fica na localizado na Arena Eurobike, no Está­dio Santa Cruz, na avenida Costábile Romano s/nº, bair­ro da Ribeirânia, Zona Leste de Ribeirão Preto – ou praça Francisco Oranges nº 100, dá na mesma. Mais informa­ções através do contato (16) 99325-2610. Não será permi­tida a entrada de menores de 18 anos.

O show é a versão acústica do EP que Dinho Ouro Preto lançou em outubro de 2019, “Roque em Rôu”, o quarto álbum solo do cantor e com­positor, mas não devem faltar sucessos do Capital Inicial. O trabalho reúne seis faixas que já estão disponíveis em todas as plataformas digitais. Entre as canções escolhidas para compor o EP estão “Quase sem querer” (Legião Urba­na), “Metamorfose ambulan­te” (Raul Seixas) e “Agora só falta você” (Rita Lee).

Relançou “Rolam as pe­dras”, do disco de estreia do ribeirão-pretano Kiko Zam­bianchi (1985). Pop leve com letra existencialista sobre a passagem do tempo, a faixa ficou bem na voz do vocalista do Capital Inicial, que canta com o prazer (e os manei­rismos) de sempre. Também traz “O que sobrou do céu” (O Rappa) e “Inverno” (Di­nho Ouro Preto), única mú­sica do projeto que não é uma releitura. A faixa fez parte de outro projeto solo do cantor, lançando nos anos 1990.

Lançado em 2012, “Bla­ck Heart” era um tributo de Dinho ao rock internacio­nal – a seleção tem Joy Di­vision, Smiths, Elvis Presley, Pet Shop Boys e outros. Em “Roque em Rôu”, a ideia é ho­menagear o rock brasileiro, o mesmo que deu um rumo para o curitibano que se en­cantou pelo punk de Brasília nos anos 1970.

Dinho Ouro Preto tam­bém incluiu no EP “Tarde de outubro” e “Saideira”. A primeira é do repertório do CPM22. Já “Saideira”, can­ção festeira do Skank, é pura farra com sua letra hedonis­ta. A versão do vocalista do Capital Inicial ficou mais pesada com riffs de guitar­ra e bateria seca na frente. A banda que o acompanhou na gravação do EP tem Fabiano Carelli (guitarra), Mauro Berman (baixo), Lourenço Monteiro (bateria) e George Fonseca (teclados).

“Roque em Rôu” é o quar­to disco solo de Dinho Ouro Preto. Em 1994, quando o Capital Inicial estava mal das pernas, ele partiu e montou a banda Vertigo e lançou um álbum autointitulado. No ano seguinte veio “Dinho Ouro Preto”, disco climático, pre­tensioso e com pegada eletrô­nica. “Black Heart” já nasceu com o Capital Inicial de volta ao primeiro time do rock na­cional e foi gravado no inter­valo entre um projeto e outro da banda.

Hard Rock
Inaugurada em soft ope­ning, no dia 1º de dezembro, a quarta unidade da rede internacional no Brasil reú­ne música, entretenimento, itens icônicos e a autêntica comida norte-americana está em funcionamento seguindo os decretos da prefeitura mu­nicipal e do Estado, operando com capacidade de 40% para evitar aglomerações.

O restaurante abre de ter­ça-feira a domingo das 12 às 15 horas e das 17 às 22 ho­ras e a Rock Shop nos mes­mos dias, das 12 às 22 horas. Como medida de prevenção ao coronavírus, o Hard Rock Cafe Ribeirão Preto segue o rigoroso e premiado progra­ma “Safe + Sound”.

O programa foi desenvol­vido por uma equipe de espe­cialistas e de acordo com as recomendações de autorida­des mundiais em saúde e sa­neamento, como a Organiza­ção Mundial de Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Pre­venção de Doenças dos EUA (CDC).

Entre as medidas ado­tadas no local estão o uso obrigatório de máscaras; aferição de temperatura, ta­petes sanitizantes para a de­sinfecção dos solados de cal­çados nas entradas, reforço das rotinas de limpeza, álcool em gel à disposição para uso constante e distância segura entre mesas.

Além disso, o cardápio é digital e uso de luvas, face shield e máscara pelos fun­cionários da casa é obriga­tório. O público deve ser li­mitado a 40% da capacidade máxima do local, segundo decreto municipal que segue as regras do Plano São Paulo.