Dor no peito é sinal de alerta

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Rodrigo Botelho da Costa Moraes

Era um sábado como muitos outros na vida do gerente comercial Rodrigo Botelho da Costa Moraes. Naquele 27 de julho de 2019, ele acordou cedo e, na companhia de um amigo, saiu para pedalar pelas rodovias da região. Um trajeto entre 50 e 60 quilômetros, como os anteriores. Já na volta, no final da manhã, mais da metade do caminho percorrido, Rodrigo percebeu que algo não estava bem. Sentiu-se cansado, veio uma forte dor no peito que irradiou para o braço esquerdo, antes do desmaio na pista. Começava ali uma luta pela vida, marcada por sucessivas paradas cardíacas, ajuda do companheiro de pedalada e de diversos profissionais da saúde, internação, medicamentos e a sensação de ter renascido. “Hoje vivo normalmente, com um acompanhamento mais rígido, mas sem sequelas. Foi um verdadeiro milagre, auxiliado pela ação providencial de todos que me socorreram”, diz Rodrigo.

Histórias como a de Rodrigo não são incomuns. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registra 300 mil casos de infarto agudo do miocárdio todos os anos, com cerca de 30% de mortes. Para alertar sobre a importância do tema, a Unimed Ribeirão Preto realizou, durante todo o mês de dezembro, a Campanha de Conscientização sobre a Dor Torácica, um problema de saúde que pode se relacionar a outras patologias, mas que não deve nunca ser negligenciado.

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