Ilha caribenha volta a receber brasileiros

0
23
REDES SOCIAIS CAPTAINJO BOAT CHARTER

A paradisíaca ilha franco­-holandesa de Saint-Martin, no Caribe, já está recebendo turistas brasileiros após re­abrir as suas fronteiras no­vamente para o turismo por conta da pandemia causada pela covid-19.

Para ingressar na ilha, fa­mosa pelas suas belas praias, ambiente descontraído, óti­ma rede hoteleira e gastro­nomia de primeira linha, será preciso se enquadrar em alguns requisitos básicos im­postos pelo governo local.

Ilha franco-holandesa no Caribe reabriu suas fronteiras novamente para o turismo

A principal exigência é a apresentação de um Tes­te RT-PCR Negativo reali­zado até 120 horas antes da partida para Saint-Martin. A apresentação do exame é indispensável e estritamente obrigatória para todos os via­jantes provenientes de países com alto ou médio risco de contágio. Crianças menos de 10 anos de idade não preci­sam ser testadas.

Além do teste, um for­mulário de autorização de saúde online também deve­rá ser preenchido pelo via­jante e aprovado junto ao governo antes da viagem. O documento poderá ser aces­sado por meio do site stma­artenehas.com. O principal meio de acesso para à ilha é o Aeroporto Internacional Princesa Juliana, situado no lado holandês de Saint­-Martin.

O voo Panamá-Saint­-Martin, da Copa Airlines, a principal via de entrada na ilha, volta a operar no próxi­mo dia 27 de novembro.

Uma vez em Saint-Mar­tin, as atividades turísticas seguem normais, mas com rigorosos protocolos de saú­de e higiene. Em ambos os la­dos, o distanciamento social deve ser respeitado e o uso de máscara é obrigatório nos estabelecimentos e em locais fechados.

Bares, restaurantes, lojas e discotecas, tanto no lado francês, quanto holandês, de­verão fechar à 00h.

Em Saint-Martin, o fran­cês é o idioma oficial e outras línguas são faladas como o inglês e o espanhol. Para bra­sileiros não é exigido visto de entrada e a vacina de febre amarela é recomendada.

Para viajar ao destino é necessário fazer uma cone­xão na Cidade do Panamá ou em Miami. Para mais infor­mações acesse www.st-mar­tin.org e @ilhasaintmartin.

Comentários