Jornal Tribuna Ribeirão

Larga Brasa

Alguém pode explicar…
No último dia 4 tivemos a data dedicada a São Francisco de Assis. Um jovem de família abastada da cidade de Assis cujos pais comercializavam tecidos e tinham uma fortuna incalcu­lável. Francesco era o ‘rei das festas’ e não havia mulher que declinava de seus convites amorosos. Não era bonito e nem charmoso em físico frágil e fora dos padrões gregos da euge­nia. Mas era o ‘rei da noite’.
Em um sonho recebeu uma revelação segundo a qual a “igreja precisava ser modificada, reformada”. Ele achou que as pe­quenas igrejas situadas nas montanhas de Assis deveriam ser transformadas para que pudessem receber fiéis. Iniciou seus trabalhos com a “Porciuncula” (Porziuncola, em italiano – uma pequena igreja fora de Assis). Depois convocou Chiara e ou­tros amigos para reformas estruturais nas igrejinhas abando­nadas. Posteriormente ele sentiu que a reforma da igreja não era material, mas espiritual e se fez entender.
No meio de sua vida recebeu vários milagres que o visitante da comuna italiana pode acompanhar. Era um fervoroso e fiel católico adepto de Nossa Senhora e Jesus. A história dele é ampla e plena de fatos que incluem a dúvida sobre sua possível doença mental que o levou a uma pequena cela em sua casa onde permaneceu algemado por muitos meses. Cantam-se em prosa e verso seus milagres pelas grotas italianas. Um santo homem que muitos devotos dedicam suas preces e encaminham seus pedidos de soluções de seus problemas. Era o pastor dos ani­mais que se acalmavam diante dele pela sua bondade.

Culto a São Francisco de Assis
Em uma cidade da região, um grupo de pessoas, que se reunia para ajudar os pobres e a estudar a vida de Francesco, resol­veu homenageá-lo com uma estátua no jardim da casa em que se reuniam. Fizeram suas orações diante da lembrança de São Francisco onde ele ficava em meio ao jardim portando em seu ombro e suas mãos as pombinhas que demonstravam seu amor pelas aves e animais. Em seguida se dirigiram para uma sala fechada onde um jovem estaria lendo a Carta de São Francisco. Tudo fechado, todos imbuídos das mais sadias in­tenções e direcionados para a homenagem. O jovem começou a ler a Carta e em determinado momento no vidro que estava fechado completamente houve um barulho forte como se alguém pretendesse ingressar no recinto pela janela. O som ficou mais forte e um rapaz afastou as cortinas e, não se sabe como, uma pombinha estava dentro da sala e não se afastou do local, ficando agarrada ao suporte da cortina. Enquanto não se findou a leitura da Carta de São Francisco a pombinha não foi embora. Todos ficaram sensibilizados por aquele fato, mas ninguém soube explicar. Alguém pode explicar? Há explicações?

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