Cobrar IPTU dos postes da CPFL
Há muitos anos tramitou pela Câmara Municipal um projeto de lei que visava cobrar aluguel do solo ocupado pelos postes da Com­panhia Paulista de Força e Luz. Foi aprovado e contestado. Envia­do aos tribunais superiores ocorreu um entendimento segundo o qual não poderia cobrar o solo ocupado pelos postes. No entanto, a CETERP se necessitasse de colocar um fio no sistema aéreo da CPFL pagava o aluguel cobrado pela companhia. Era um contra senso. Agora, no entanto, há um entendimento segundo o qual o município pode cobrar o IPTU das áreas ocupadas pelo sistema aéreo. Seria oportuno estudar-se a legislação tendo como base nos novos tempos da República para o município se ressarcir de inúmeros prejuízos causados pela CPFL. Nunca é tarde.

Vereadores estudam projetos
Dois projetos estão sendo estudados por vereadores interes­sados em acertar a situação financeira de Ribeirão Preto. Um deles é sobre a cobrança de IPTU dos postes e áreas ocupadas na parte aérea. A outra é acabar com o depósito da taxa de iluminação pública que é feito na conta da CPFL e ela é quem presta. A taxa deverá ser recolhida à Secretaria da Fazenda.

Marine Vasconcelos
O prefeito Nogueira nomeou a advogada Marine Vasconcelos como Secretária de Administração. Excelente profissional que de há muito acompanhou o trabalho do Dr. Pessini naquela pasta. É competente e interessada nas soluções das questões da Prefeitura. Os entendidos garantem que o Prefeito acertou.

Chega no lombo de burro
Há quase um mês que o Governo Federal reduziu o preço da ga­solina nas refinarias. Somente agora que as distribuidoras e os postos de combustíveis estão remarcando os preços do etanol e da gasolina em Ribeirão Preto. A notícia chegou no lombo do burro. Quando é para aumentar ela chega no avião a jato.

Perguntar não ofende
Para onde vai a diferença do preço do álcool anidro que é misturado à gasolina na porcentagem de 27 por cento. Eles pagam 1,88 nas usinas ( incluso os impostos) e nos vendem a quase 4 reais.

Vendendo seguros
Muitos vendedores têm batido na porta dos consumidores de energia elétrica oferecendo seguros contra prejuízos decor­rentes de raios e curto circuitos. Segundo os setores de defesa dos consumidores as empresas de energia elétrica precisam pagar os prejudicados os prejuízos causados pelas intem­péries. É de lei. Quem comprar o seguro que a CPFL oferece apresente o documento aos órgãos de defesa do consumidor para terem a certeza do que estamos afirmando.

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