Larga Brasa

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Moradores de rua
A Secretaria Municipal de Assistência Social já prometeu, por inúmeras vezes, que iria cuidar das pessoas em situação de rua de forma total. Não tem conseguido executar referida missão. Com isso, as pessoas carentes, doentes e outros que se utilizam da situação para o tráfico permanecem nas praças, ao longo da Jerônimo Gonçalves, sem que se tenha o amparo e guarida para estas pessoas. Com a redução de vagas nos hospitais psiquiá­tricos, muitos doentes perambulam pelas vias publicas e tem atacado a população.

Bicicleta e Vila Seixas
Vejam o caso da Praça da Bicicleta, na Zona Sul, em que uma senhora foi assassinada a faca por alguém que foi considera­do inimputável e , por enquanto, está em hospital psiquiátrico sendo acompanhado pelas autoridades da Justiça. Na última semana, outra senhora foi agredida na Vila Seixas por um mo­rador de rua que gritava que “as mulheres não podem mandar no mundo”. Obviamente, um doente mental que está nas vias públicas se constituindo em ameaça para o cidadão e princi­palmente, para a cidadã.

Dificuldade para internação
Muitas famílias relatam situações em que se constatam a di­ficuldade dos postos de atendimento para proceder a interna­ção dos pacientes mentais. Além das unidades de saúde não possuírem condições próprias para manter a pessoa até que o setor de regulação encontre vaga, o que é demorado (absur­damente), os familiares ficam expostos a todo tipo de doença nestes lugares. Depois de vários dias, surge uma vaga, mas somente quando o doente entra em surto.

Tempo de pandemia
Dizem que há poucos os médicos psiquiatras e alguns que passaram nos concursos não assumiram suas funções. Algo precisa ser feito, com urgência. Os moradores de rua, nestes tempos de pandemia, nas cidades em que a doença se espa­lhou de forma rápida, essas pessoas, que se dizem vítimas da sociedade, viraram vetores de transmissão da covid-19. Já passou da hora de se cuidar convenientemente desta questão. Acorda, Ribeirão.

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