Larga Brasa

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Doutor Dimas Covas
O doutor Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, sempre teve conduta irretocável e equidistante da política. Em meio à pandemia e a guerra dos grupos acirrados, não se abateu e sempre incentivou sua equipe a prosseguir com as pesquisas, ligando a capacidade de nossos meios universitários ao pesqui­sado na China. Dentro deste contexto, harmonizou seu pessoal e defendeu sua equipe dos ataques dentro e fora dos trabalhos objetivando a defesa da população. Só merece elogios. Obvia­mente que sua modéstia ira repartir com todos aqueles que o auxiliaram os louros da vitoria. Parabéns.

Enchentes na área central
Algumas pessoas estranharam as ruas do Centro de Ribeirão Preto tomadas por água da chuva. Um antigo funcionário do Dursarp dizia, meio temeroso da repercussão, que em muitas vias da área central foram colocadas galerias pluviais dife­rentes, com menor capacidade de condução. Não havia tanto pavimento e a cidade tinha dimensões menores do que a atual, e a perspectiva não era de se chegar ao volume de água que se tem hoje.

Redes de água e esgoto
O referido funcionário afirmava que, em muitas ruas, as redes de água e de esgoto passam juntas, as manilhas quebram com frequência e deixam vazar tanto o esgoto quanto os canos o fazem com a água. Houve época, afirma, que houve necessi­dade de se abrir a rua Barão do Amazonas com dinamite (pois ali é pedreira) para poder renovar as duas redes. O mesmo acontece em muitos outros bairros. Hoje existe um sistema chamado “tatuzinho” que abre por sob as calçadas para que os encanamentos sejam ampliados ou substituídos.

Entupimentos
Outros que trabalharam no antigo Dursarp garantem que o lixo da varrição terminava nas galerias pluviais. Era mais fácil jogar dentro dos tubos do que recolher folhas e galhos para serem levados ao setor de descarga. Houve um tempo em que uma máquina própria transformava troncos de arvores reco­lhidos nas vias publicas em adubo, pois eram picados na área do antigo Tiro de Guerra, ao lado do Horto Municipal.