SUELY VILELLA DISSE QUE NÃO PEDIU DEMISSÃO
A profa. Suely Vilella, que deixou a Secretaria Municipal de Edu­cação garantiu à reportagem que não pediu para sair da pasta para disputar as próximas eleições. Afirmou que tinha um plano a mais longo prazo para aquela Secretaria, mas que após apresen­tar o projeto de eleições para a Diretoria das escolas começou a ser questionada também em outras iniciativas. Disse muito mais em entrevista ao colunista em seu programa de TV.

MUITOS ACIDENTES TÊM DROGAS COMO CAUSAS
O médico Edmilson Nunes, que é socorrista de SAMU e do Corpo de Bombeiros, afirmou que muitos dos acidentes que atende têm como causa drogas como o álcool e outras não lícitas. Garantiu que nossa cidade precisa de campanhas preventivas junto aos moto­ristas e principalmente aos motociclistas. O aumento do número de sinistros com mortes e vítimas com sequelas é alarmante.

UM OU OUTRO
As eleições da Câmara Municipal para a constituição da Mesa Dire­tora do Legislativo têm varias fórmulas para se tentar conquistar o seleto eleitorado: 27 vereadores. Alguns colocam nomes de ou­tros para esconderem as reais intenções eleitorais. Outros fazem composições para atrair apoio. Dois candidatos estão na disputa, mas podem compor se isto for necessário para se atingir o objetivo maior. Rodrigo e Boni podem receber a benção do Palácio, embora o pensamento do prefeito seja uma incógnita. Ele garante que não apoiará a quem quer que seja, pois é um assunto da Câmara.

DEZ VEREADORES E DOZE VOTOS
Certa feita, quando o pai de Nogueirinha era prefeito, ele tentou har­monizar a Câmara e levou os dez vereadores da Arena (eram dois par­tidos: Arena e MDB) para um café em sua casa. Foi feita a proposta para que os presentes vereadores fizessem uma votação afim de se escolher o candidato do partido para a Mesa. Dez papeizinhos foram distribuídos aos presentes que colocavam os nomes em uma terrina. Na hora da apuração surgiram doze papeis para surpresa de todos. E maior surpresa ainda: todos com nomes diferentes do proposto pelo Prefeito. Nogueira, salomonicamente, disse que era uma questão da Câmara e não iria interferir. Deu o nome diferente daquele que tinha a preferência do Chefe do Executivo.

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