Mortes por covid chegam a 1.200

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Crédito: Max Gallão Mesquita

Ribeirão Preto registrou mais cinco mortes por co­vid-19, segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde divulgado nesta sexta-feira, 19 de feverei­ro. A cidade atingiu a marca de 1.200 óbitos. O número de ví­timas fatais em decorrência da doença subiu 0,4% em relação aos 1.195 falecimen-tos com­putados até quinta-feira (18).

São 1.041 do ano passa­do e 159 de 2021. O recorde de falecimentos em 24 horas pertence a 24 de julho, com 13. Os óbitos ocorreram se­gunda-feira (15) e anteon­tem. As vítimas são dois ho­mens e três mulheres com idades entre 41 e 95 anos.

Todos os pacientes estavam internados em hospitais públi­cos. As cinco pessoas sofriam de algum problema grave de saúde e tinham comorbidades. Eram portadoras de doenças cardiovascular, renal, pulmo­nar e neurológica crônicas, hipertensão arterial, hipoti­reoidismo, obesidade e dia­betes mellitus.

A tendência ainda é de queda na comparação sema­nal. Entre 5 e 11 de fevereiro, ocorreram 35 falecimentos na cidade, um a cada quatro ho­ras e 50 minutos. Nos sete dias subsequentes, entre 12 e 18 de fevereiro, foram confirmados mais 26 óbitos, um a cada seis horas e 25 minutos, recuo de 21,2% e sete casos a menos.

Se comparação considerar o período de 14 dias, a ten­dência também é de queda. Entre 22 de janeiro e 4 de fe­vereiro foram 90 mortes, cer­ca de uma a cada três horas e 35 minutos. Entre 5 e 18 de fevereiro a cidade registrou 61 óbitos, cerca de um a cada cinco horas e 30 minutos, 29 a menos e recuo de 32,2% em relação ao período anterior, 151 no total de 28 dias.

Janeiro já soma 155 fale­cimentos, cinco por dia, 56 a mais do que os 99 de dezem­bro (três a cada 24 horas), alta de 56,6%, apesar de o boletim indicar 145 óbitos no mês pas­sado. São 82 casos fatais em fevereiro, quatro por dia, mas o boletim computou apenas doze ocorrências.

Há o registro de 37 mortes em novembro, mas os relatórios apontam 41, um a cada 17 horas.
A média móvel neste iní­cio de ano oscilou entre doze e 33 mortes. A mais alta ain­da pertence ao período de 18 a 24 de julho, de 59 vítimas fatais. O boletim indica 62 mortes em outubro, mas 103 ocorreram no mês. O maior volume é de julho (244).

Os meses com menos fa­lecimentos são março (dois, a pandemia começou em mea­dos do mês em Ribeirão Preto) e abril (onze). A taxa de letali­dade continua em 2,5% – che­gou a 5% em abril e a 5,3% em maio. Está no mesmo patamar dos índices regional (2,5%), es­tadual (2,9%), nacional (2,5%) e do mundial (2,2%). A mais baixa até agora é a de fevereiro deste ano, de 0,5%.

A de janeiro é de 2%. Em dezembro estava em 1,7%, seguida pela de novembro, de 1,1 %. Em outubro estava em 1,8%. Começou com 2,1% em março. Em junho chegou a 3,1%, foi a 2,8% em julho de, 2,7% em agosto e 2,5% em setembro.

Neste ano, até agora, a taxa de letalidade média é de 1,7%. A taxa de mortalidade por 100 mil habitantes na pandemia está com média de 167,2 este mês (era de 127,8 em dezembro, 123,7 em no­vembro e 142 em janeiro). As mais baixas são de março (0,3) e abril (1,6) de 2020.

Em janeiro deste ano era de 18,6 e em fevereiro está em 0,6. Em dezembro estava em 14,1 e em novembro, de 5,3. Em outubro ficou em 8,8. A mais alta é de julho (34,7). As demais são 9,4 de maio, 29,7 de junho, 25 de agosto e 19,2 de setembro.

A taxa de incidência de óbitos em 14 dias disparou de 8,6 por 100 mil habitantes em 21 de janeiro para doze no dia 4 de fevereiro. Na quarta-feira (17) estava em 9,41 e na quin­ta-feira recuou para 8,29. Esta­va em 3,51 em 30 de dezembro.

Por sexo, as vítimas da co­vid-19 são 656 homens (54,7%) e 544 mulheres (45,3%). A mais jovem em toda a pandemia é a menina de seis anos que mor­reu no último domingo (14) e a mais idosa, uma senhora de 102 anos que faleceu no dia 2 de fevereiro.

O município de Ribeirão Preto superou a marca de 50,5 mil pacientes infectados pelo Sars-CoV-2 nesta sema­na – são 50.512. O Boletim Epidemiológico do Departa­mento de Vigilância em Saú­de contabiliza a data do início dos sintomas e do diagnósti­co da doença.