Lotando casas de shows em todo o Brasil, chega a vez de Ri­beirão Preto receber Nando Reis com o show “Voz e violão – No recreio”. O cantor e compositor estará no Theatro Pedro II nes­te feriadão de Corpus Christi para duas apresentações. Ten­do somente o violão como seu parceiro de palco, sem a banda Os Infernais, o ex-titã canta seus sucessos e apresenta versões di­ferentes para os vários clássicos.

Nando Reis estreia no Pedro II nesta quarta-feira, 30 de maio, e volta ao palco na quinta-feira (31), sempre às 21 horas. Os in­gressos custam R$ 160 (plateia e frisa), R$ 120 (balcão nobre), R$ 100 (balcão simples) e R$ 90 (galeria). A meia-entrada só vale para estudantes com carteirinha da instituição de ensino, professores da rede pública (municipal e estadual) com apresentação de holerite ou documentação e aposenta­dos e idosos acima de 60 anos com documento comprobató­rio (cédula de identidade, RG).

Essas pessoas têm 50% de desconto e vão pagar R$ 80, R$ 60, R$ 50 e R$ 45, respec­tivamente. Crianças de até dois anos não pagam. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e no site especializado Ingresso Rápido (www.ingres­sorapido.com.br). Não será permitida a entrada após o iní­cio do espetáculo.

Quem chegar atrasado tam­bém não poderá trocar o ingres­so e não haverá devolução de dinheiro. A Fundação Pedro II também proíbe o consumo de comidas e bebidas no local. O teatro fica na rua Álvares Cabral nº 370, no Quarteirão Paulista, Centro Histórico de Ribeirão Preto. O local tem ca­pacidade para 1,3 mil pessoas. O espetáculo não é recomen­dado para menores de 12 anos devido ao horário.

O objetivo do show é apre­sentar as canções exatamente como foram concebidas. No palco, somente o artista e seu violão, combinando a doce vi­bração das cordas com sua voz e algumas batidas no instru­mento, que funciona às vezes de percussão. Seus fãs, que não se concentram em apenas uma geração, podem esperar uma apresentação emocionante.

O repertório é recheado de sucessos consagrados como “All star”, “Diariamente”, “Espatódea” e “Relicário”. Além disso, versões de seus clássicos também mar­cam presença como “Luz dos olhos”, “O segundo Sol”, “Quem vai dizer tchau” e “Nos seus olhos”. O show leva o nome do álbum de 2015, gravado com maestria. “Voz e Violão, no Re­creio – Volume 1” foi produzi­do pelo próprio artista e contou com a mixagem de Jack Endino em um estúdio em Seattle, nos Estados Unidos. O álbum está disponível em versão CD e vinil.

Nando Reis – Ex-baixista do grupo Titãs, Nando Reis, mesmo como integrante da banda paulista, já mantinha uma carreira solo onde expu­nha seu lado de compositor e intérprete. Foi titã desde o sur­gimento do grupo, em 1982, até 2003. Grande parte de sua obra musical está na discografia e na história da banda. Tem nove ál­buns solo e onze com os Titãs.

Desde pequeno, adorava tocar violão e compor músicas. Gravou pela primeira vez, como cantor, duas músicas: “Marvin” (R.Dunbar – G.N.Johnson, ver­são Nando Reis e Sérgio Britto) e “Querem meu sangue” (ver­são de “The harder they come” de Jimmy Cliff). Nos Titãs, foi autor de muitas músicas de su­cesso como “Os cegos do caste­lo”, “Pra dizer adeus” (com Tony Belloto), “Bichos escrotos” (com Arnaldo Antunes e Sérgio Brit­to) e outros.

Fora dos Titãs, teve músi­cas gravadas por Marisa Monte (“Diariamente”), Cássia El­ler (“E.C.T.”), Cidade Negra (“Onde você mora”). Ainda durante o trabalho com a banda paulistana do Butantã, gravou três discos paralelamente: o pri­meiro em 1995 (“12 de Janei­ro”); o segundo em 2000 (“Para quando o arco-íris encontrar o pote de ouro”); e o último, antes de seguir a carreira solo, “Infer­nal… but there’s still a full moon shining over Jalalabad”.