Jornal Tribuna Ribeirão

Novelas e séries brasileiras podem ser importantes na quebra de tabus

REPRODUÇÃO

A indústria brasileira de audiovisual passou a so­frer transformações, muito por causa dos serviços de streaming, que identificaram rapidamente a necessidade de elaborar conteúdo nacional, com a cara do Brasil. Uma dessas provas é a maior facilidade que as pro­duções e os produtores nacionais passaram a encontrar para se colocar e serem assistidos lá fora. Há um reconhecimento.

Para exemplificar, pode ser citado o filme “Tudo bem no Natal que vem”, escrito por Paulo Cursino e protagonizado por Le­andro Hassum (foto) que ficou um bom período entre os mais assistidos no mundo pela Netflix. Esse foi um caso que cha­mou atenção. Que outros tantos venham a existir e alcancem a mesma repercussão. E, quem sabe, com isso, condições também venham a existir para quebrar certos tabus.

Os filmes brasileiros e em consequência os seus atores, diferentemen­te das novelas, sempre encontraram dificuldades para se colocar nas grandes premiações cinematográficas. “O Pagador de Promessas”, em Cannes, há mais de 50 anos, ganhando a “Palma de Ouro”, foi uma das exceções. Outra, Fernanda Montenegro, que chegou bem perto de levar o Oscar, com “Central do Brasil”. Agora temos o sucesso de Wag­ner Moura. É a hora de virar esse jogo. O intercâmbio criativo, já em prática, poderá vir a ser muito mais útil daqui em diante.

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