Beto Artigo

PRAÇA, do Latim (PLATEA), um lugar público, que tem várias definições, de acordo com o sentido que a palavra pra­ça assume: regiões, clima, geografia, relevo, condição social, governo, etc.. MAS, acima de tudo, EDUCAÇÃO!

Há de se destacar que para quem já teve oportunidade de viajar para alguns lugares do mundo, com certeza não deixou de notar a exuberância, o esmero, a delicadeza e o cuidado com que as “Praças” são tratadas mundo afora. Em muitos casos, elas passam de “quadro” à “Moldura”, visto a natureza bucólica que assumem, não como contexto, mas sim como o objeto que se vislumbra o belo. Na maior parte dos casos, não são necessárias palavras para defini-las.

Mas, voltemos à nossa realidade. É triste, mas MUITO triste, morar numa cidade fantástica como Ribeirão Preto, rica por si só, enraizada nessa riqueza e suntuosidade da bondade da arquitetura sideral, que nos concedeu, uma gleba celestial na terra, nos confiou um veio de ouro materializado em natureza.

No entanto, sem se dar conta; apenas por falta de sensibi­lidade e EDUCAÇÃO, nossas praças, não passam de depósito de Almas das escórias humanas, acúmulos de lixos orgânicos, criadouros de insetos transmissores de inúmeras doenças… E o mais grave: um CERTIFICADO in-natura do descaso governamental, alicerçado e conivente por um povo em sua maioria sem escrúpulo moral e cívico, que acaba se tornando vetor de uma passividade, onde o sentimento do todo polui uma minoria desejosa em realizar um milímetro de força motriz modificadora de uma sociedade mórbida, submissa, inoperante e preguiçosa, que se tivesse, meio milímetro de ATITUDE e tudo seria diferente… A praça assumiria seu significado original… PLATEA!

Todos aplaudiriam…

 

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