FOTOS: SAID TAYAR

Party Rice!, o nome tem a exclamação, nasceu da ideia de dois amigos músicos de longa data em Ribeirão Preto, Rob­son e Marcelo, para, como o próprio nome da banda diz, destilar um repertório repleto de “arroz de festa” (traduzindo do inglês). São sucessos do pop e do rock nacional e interna­cional que “todo mundo” quer ouvir, seja em um bar, evento ou festa, mas deixando um es­pacinho também para aquelas que ninguém toca.

Matheus, convidado por Robson, abraçou o projeto e a história da banda come­çou no primeiro semestre de 2019. Os shows envolvem descontração com o público. O power trio, com Matheus Emer (guitarra e voz), Ro­bson Paulin (baixo e voz) e Marcelo Mitre (bateria e voz) apresenta um setlist retrô e eclético com clássicos do The Beatles, Elvis Presley, James Brown, Michael Jack­son, Rolling Stones, Nirvana, Dire Straits, The Cure, Pink Floyd, Legião Urbana, REM, Oasis, Creedence Clearwater Revival, Ira!, Tears for Fears, The Smiths, Capital Inicial, Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, Cazuza e outros.

“Fazemos covers e apre­sentamos também nossas ver­sões de músicas consagradas desse universo pop e rock, principalmente dos 60`s até 90`s, fase da música que tanto adoramos, sempre com muita descontração e interação com o público”, explica Paulin, que bateu um papo com o Tribuna.

O baixista diz que um diferencial da banda é que todos os três cantam. “Rara­mente todos os integrantes de uma banda cantam. Temos essa proposta desde o início e percebemos que o público gosta bastante do efeito que isso traz nos shows”, avalia.

Paulin ressalta que a ban­da ainda não partiu para uma proposta autoral. “O projeto não foi pensado para ser tra­balho autoral, pois estamos levando de forma bastante profissional, financeiramente falando também; contamos com uma agenda mensal de shows com uma média de, no mínimo, oito datas”.

Para o futuro a Party Rice! está montando um projeto paralelo chamado “60`s, A Década de Ouro do Rock!”. “Teremos um vasto repertó­rio específico desta década tão marcante pro estilo. Pre­tendemos começar a vender este novo projeto também, pois, com a pandemia, aca­bou ficando sem continuida­de. E temos também a opção de um show eletroacústico (além do tradicional elétrico, que já fazemos), caso o perfil da casa exija”, adianta Paulin.

A banda estava se apre­sentando com frequência em bares da cidade e região e era fixa, toda semana, no Arpoa­dor Gastronomia & Lazer. A expectativa de Paulin é que as coisas retornem à rotina no novo normal. “Estamos com saudades dos palcos e apre­sentações”, finaliza.

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