Escalado pelo presidente Mi­chel Temer para fazer a defesa da reforma da Previdência, o ministro da Secretaria de Go­verno da Presidência da Repú­blica, Carlos Marun, vai nesta terça-feira, 16, para São Paulo para um almoço com a direção da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na quinta-feira, 18, Marun repetirá o modelo de reunião com representantes da Federa­ção das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). O chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, que não participou dos encontros com Temer e ministros no fim de semana, almoçou nesta se­gunda-feira, 15, com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para afinar o discurso e as ações do governo pela reforma.

Antes da reunião com Mei­relles, Marun participou de um encontro com o presidente, os ministros Moreira Franco (Se­cretaria-Geral), Sergio Etche­goyen (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência) e também com o chefe interino da Casa Civil, Gustavo do Vale Ro­cha, que está como substituto do ministro Eliseu Padilha, que está de férias até esta quarta-feira, 17.

Nas conversas desta segunda, o chefe da Secretaria de Governo da Presidência ficou ainda de fazer contato com os líderes da base aliada para ver se consegue iniciar as reuniões semanais que pretende realizar pela articula­ção da Previdência. É possível que a primeira reunião seja rea­lizada na quarta-feira.

‘Está melhor’ – Sem reve­lar os votos que o governo teria hoje pela aprovação da reforma da Previdência, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou nesta segunda­-feira, 15, que acredita que a situ­ação está “mais favorável” agora do que no fim de dezembro an­tes do recesso, mesmo que haja a preocupação eleitoral dos parla­mentares. “Os votos estão vindo sim, o que nós não estamos neste momento é contando. Quero contar isso no final de janeiro”, disse. “Não é que não vamos nos preocupar com número, mas não vamos trabalhar revelando os números agora”, rebateu dian­te da insistência da imprensa ao questioná-lo como mensurava que a situação estava melhor que antes sem a contagem.

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