Postos de combustíveis explicam alta de preços

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ALFREDO RISK/ARQUIVO TRIBUNA

A Central de Monitora­mento do Núcleo Postos Ribei­rão Preto – iniciativa que reúne 85 postos de combustíveis da cidade, o equivalente a 50% do mercado local –, informa um aumento acumulado de 15% no etanol pelas distribuidoras e de 7% na gasolina.

Etanol
Há cerca de 30 dias, o valor do combustível sofreu um au­mento acumulado de 15% para os postos revendedores, porém não houve repasse imediato ao consumidor. Com a entrada da entressafra nas usinas de açú­car e álcool, o preço de custo do produto aumentou, porém, os empresários da categoria se­guraram os preços, o que pode não se sustentar nos próximos dias. A safra de cana-de-açú­car está chegando ao final, as­sim, a produção cai, porém a demanda continua.

Gasolina
Também há 30 dias o re­ajuste acumulado da gasolina nas distribuidoras chegou a mais de 7% para os postos re­vendedores, que, ainda, não estão repassando a totalidade desse aumento para as bom­bas. O motivo do acréscimo continua sendo a variação do câmbio e do preço interna­cional de petróleo, que é re­passado pela Petrobras para as distribuidoras e, assim, para os postos.

Fernando Roca, integran­te do Núcleo Postos Ribei­rão Preto, comenta que “os estabelecimentos da cidade estão repassando agora uma parte do reajuste, recebido já há 30 dias. Infelizmente, não é possível mais manter a margem sem a alteração dos valores, pois essa diferença represada afeta a saúde eco­nômica dos estabelecimen­tos. É preciso reajustar para manter o equilíbrio financei­ro para sustentar os empre­gos nos postos e, também, o estabelecimento”.

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