Ribeirão Preto é a quarta cidade do Estado de São Paulo com maior número de empre­sas. Até esta segunda-feira, 5 de março, eram 104.185. Entre 2016 e o ano passado, o cresci­mento foi de 10,91%, passando de 92.722 para 102.841, aporte de 10.119. Somente em 64 dias de 2018 foram abertas 1.344, aumento de 1,79% em relação a 2017. A cada dia, 21 unidades ribeirão-pretanas abrem as por­tas. Os dados foram divulgados pelo site Empresômetro –Inte­ligência de Mercado, vinculado ao Instituto Brasileiro de Plane­jamento e Tributação (IBPT).

São Paulo é a cidade com maior número de empresas (1.803.508), com crescimento de 1,20% de 2017 para 2018. Campi­nas, com 157.920 empresas, cres­ceu 1,38% nesse mesmo período. A terceira colocada é Guarulhos, com 127.770 – tem o maior índi­ce de crescimento, de 2,19% em relação ao ano passado. Ribeirão Preto tem 682,3 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o Núcleo de Inteli­gência da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho, a cidade tinha 368.829 pessoas na faixa etária da popula­ção economicamente ativa – en­tre 20 e 64 anos –, 1,18% acima das 364.508 de 2016, acréscimo de 4.321 trabalhadores.

O ranking envolve 15 cida­des no total. Da região, Franca também aparece na lista, na última posição. Em 2018 con­ta com 46.838 empresas, 600 a mais e alta de 1,3% em relação a 2017 – no ano passado eram 46.238, ou 10,47% acima das 41.857 de 2016, aporte de 4.381. O Estado de São Paulo também lidera o ranking nacional, com 1.732.230 empresas – 9,21% a mais que as 1.710.884 de 2017, acréscimo de 21.346.

Em Ribeirão Preto, 99.438 das empresas são matrizes (95,4% do total) – saltou de 87.979 para 98.094 no ano pas­sado, aporte de 10.115 e aumen­to de 11,5%: para 2018 o cresci­mento foi de 1,81% –, enquanto 4.747 são filiais (4,6%) – de 2016 para 2017 o número desse tipo de estabelecimento cresceu de 4.743 para 4.747, quatro a mais e alta de 0,08%. Neste ano não houve instalação de novas uni­dades – geralmente indústrias. As pequenas empresas são maioria nessa variação positiva, que coincide com os sinais de retomada da economia brasilei­ra, conforme dados oficiais dos órgãos de governo.

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