RP já tem 1.210 mortes por covid

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© Reuters/Phil Noble/Direitos Reservados

Ribeirão Preto registrou mais três mortes por co­vid-19, segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde divulga­do nesta quarta-feira, 24 de fevereiro. A cidade atingiu a marca de 1.210 óbitos. O número de vítimas fatais em decorrência da doença subiu 0,2% em relação aos 1.207 falecimentos computados até terça-feira (23).

São 1.041 do ano passado e 169 de 2021. O recorde de falecimentos em 24 horas per­tence a 24 de julho, com 13. Os três óbitos ocorreram na terça­-feira. As vítimas são dois ho­mens, de 66 e 68 anos, e uma mulher de 83 anos. Todos os pacientes estavam internados em hospitais públicos.

A Secretaria Municipal da Saúde investiga se o senhor de 66 anos sofria de algum pro­blema grave de saúde e tinha comorbidades. As outras duas pessoas eram portadoras de doenças pulmonar e neuroló­gica crônicas, diabetes mellitus e hipertensão arterial.

A tendência ainda é de queda na comparação sema­nal. Entre 10 e 16 de fevereiro, ocorreram 30 falecimentos na cidade, um a cada cinco horas e 35 minutos. Nos sete dias subsequentes, entre 17 e 23 de fevereiro, foram confirmados mais dez óbitos, um a cada 16 horas e 50 minutos, recuo de 66,7% e 20 casos a menos.

Se a comparação consi­derar o período de 14 dias, a tendência também é de queda. Entre 27 de janeiro e 9 de feve­reiro foram 85 mortes, cerca de uma a cada três horas e 55 mi­nutos. Entre 10 e 23 de feverei­ro a cidade registrou 40 óbitos, cerca de um a cada oito horas e 25 minutos, 45 a menos e recuo de 52,9% em relação ao período anterior, 125 no total de 28 dias.

Janeiro já soma 155 fale­cimentos, cinco por dia, 56 a mais do que os 99 de dezem­bro (três a cada 24 horas), alta de 56,6%, apesar de o boletim indicar 151 óbitos no mês pas­sado. São 92 casos fatais em fevereiro, quatro por dia, mas o boletim computou apenas 18 ocorrências. Há o registro de 37 mortes em novembro, mas os relatórios apontam 41, um a cada 17 horas.

A média móvel no início deste ano oscilou entre dez e 33 mortes. A mais alta ainda pertence ao período de 18 a 24 de julho de 2020, de 59 víti­mas fatais. O boletim indica 62 mortes em outubro, mas 103 ocorreram no mês. O maior volume é de julho (244).

Os meses com menos fa­lecimentos são março (dois, a pandemia começou em mea­dos do mês em Ribeirão Preto) e abril (onze). A taxa de letali­dade continua em 2,5% – che­gou a 5% em abril e a 5,3% em maio. Está no mesmo patamar dos índices regional (2,5%), es­tadual (2,9%), nacional (2,5%) e do mundial (2,2%). A mais baixa até agora é a de fevereiro deste ano, de 0,5%.

A de janeiro é de 2%. Em dezembro estava em 1,7%, seguida pela de novembro, de 1,1 %. Em outubro esta­va em 1,8%. Começou com 2,1% em março. Em junho chegou a 3,1%, foi a 2,8% em julho de, 2,7% em agosto e 2,5% em setembro.

Neste ano, até agora, a taxa de letalidade média é de 1,7%. A taxa de mortalidade por 100 mil habitantes na pandemia está com média de 167,2 este mês (era de 127,8 em dezembro, 123,7 em no­vembro e 142 em janeiro). As mais baixas são de março (0,3) e abril (1,6) de 2020.

Em janeiro deste ano era de 18,6 e em fevereiro está em 0,6. Em dezembro estava em 14,1 e em novembro, de 5,3. Em outubro ficou em 8,8. A mais alta é de julho (34,7). As demais são 9,4 de maio, 29,7 de junho, 25 de agosto e 19,2 de setembro.

A taxa de incidência de óbitos em 14 dias disparou de 8,6 por 100 mil habitantes em 21 de janeiro para doze no dia 4 de fevereiro. No dia 17 esta­va em 9,41, em 18 de fevereiro recuou para 8,29 e nesta quar­ta-feira (24) era de 5,76. Estava em 3,51 em 30 de dezembro.

Por sexo, as vítimas da co­vid-19 são 662 homens (54,7%) e 548 mulheres (45,3%). A mais jovem em toda a pande­mia é a menina de seis anos que morreu no último domin­go (14) e a mais idosa, uma se­nhora de 102 anos que faleceu no dia 2 de fevereiro.

O município de Ribei­rão Preto superou a marca de 51,6 mil pacientes infec­tados pelo Sars-CoV-2 nes­ta semana – são 51.688. O Boletim Epidemiológico do Departamento de Vigilância em Saúde contabiliza a data do início dos sintomas e do diagnóstico da doença.