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O Teatro Santarosa de Ri­beirão Preto será o palco do espetáculo de Mariane Bigio, com poesia, música e conta­ção de histórias, utilizando teatro de bonecos, mamulen­go, fantoches e outros recur­sos cênicos. A apresentação será neste sábado, 25 de se­tembro, às 17 horas, e faz par­te do projeto Viva o Cordel, com entrada gratuita. O uso de máscara e o distanciamen­to mínimo de um metro são obrigatórios.

O teatro fica na praça Ro­tary Club nº 325, no bairro City Ribeirão, Zona Leste.

Os textos são de autoria da poeta e cordelista Mariane Bigio e trabalham temas edu­cativos e divertidos, buscan­do promover a valorização da literatura de cordel e o apreço pela leitura, sempre mesclando a diversão ao aprendizado. Ela é uma entusiasta da palavra. Pernambucana de Recife, tor­nou-se escritora, contadora de histórias, cantora e radialista.

Ministra oficinas de lite­ratura para crianças, jovens e educadores. Começou re­citando nos mercados públi­cos da cidade, para o público boêmio do Recife. Hoje sua especialidade é a literatura de cordel escrita para crianças, mas Mariane continua apro­veitando as oportunidades que surgem para recitar para “gente grande” e expor nas ri­mas os anseios e dilemas do cotidiano.

O projeto Viva o Cordel, contemplado pela Lei de In­centivo à Cultura, tem pa­trocínio do Atacadão, rede atacadista com mais 240 lojas espalhadas por mais de 160 cidades em todos os estados do Brasil. O cordel é uma linguagem literária caracteri­zada por contar histórias em poesia e com rimas. O nome faz referência à maneira como os livros eram expostos para a venda – pendurados em cordas ou barbantes.

No Brasil, a literatura de cordel é muito popular no Nordeste, mas ela surgiu no século XVI na Europa quando a tecnologia da impressão grá­fica permitiu reproduzir no papel as histórias orais popu­larizadas pelos trovadores. Os portugueses trouxeram a lite­ratura de cordel para o Brasil no início da colonização.

Eliana Manzan é idealiza­dora do projeto Viva o Cor­del. É folclorista e educadora, pesquisadora da cultura po­pular nordestina, dos festejos populares e do folclore brasi­leiro. Pedagoga e escritora de livros destinados ao público infanto-juvenil. Produtora cultural premiada em proje­tos de valorização da cultura caipira, popular nordestina, de danças, folguedos, lendas e costumes.