JOÃO COTTA

Sobre o desejo de Netflix, Globoplay, HBO Max, Ama­zon e outras do gênero in­vestirem no segmento de novelas, a opinião de muita gente desse mercado é a se­guinte: não pode queimar a largada.

Logo de cara, tem que mar­car território e chegar com uma produção arrebatadora, em condições de prender a atenção de quem assiste.

As séries fazem isso muito bem, imprimindo um ritmo mais intenso desde os pri­meiros capítulos, embora algumas, em seu desenvol­vimento, também apelem para as famosas “barrigas”, levando propositadamente a história patinar – de modo especial aquelas com episó­dios a perder de vista.

Mas as perspectivas, de lado a lado, são as mais animadoras e a teledramaturgia, como um todo, poderá se valer muito bem dessa troca de experiências.

As novelas já têm muito a ganhar com o que o streaming vem realizando, assim como a recíproca, especialmente no nosso caso aqui no Brasil também deverá ser inteiramente verdadeira, como opções que se somam e se completam.

Agora é esperar pelo que vem por aí.