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Ribeirão Preto
7 de julho de 2022 | 14:41
Jornal Tribuna Ribeirão
TÂNIA RÊGO/AG.BR.

Turismo nacional cresce 43,5% no mês de março

O turismo nacional fatu­rou R$ 15,4 bilhões em março deste ano, o que representa alta de 43,5% ou R$ 4,8 bilhões, em termos monetários, na com­paração ao mesmo período de 2021. Os dados são do levanta­mento do Conselho de Turis­mo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Feco­mercioSP).

A entidade avalia que o setor se aproxima dos patamares ante­riores à pandemia, ainda que os números sejam 7,1% inferiores quando comparados a março de 2019. O crescimento neste ano foi impulsionado, princi­palmente, pelo setor aéreo, que faturou R$ 4,4 bilhões, ou seja, aumento de 113,5% em um ano, apontou a FecomercioSP.

Já na comparação com 2019, o segmento teve fatura­mento 3,8% menor. “Quatro fatores contribuíram para o crescimento do transporte aé­reo no mês, dentre eles, maior contenção da variante Ômi­cron, demanda reprimida na pandemia, dias de carnaval no início do mês e redução quase total das restrições e do uso de máscaras”, explica a entidade.

“Além destes fatores, a alta do querosene de aviação influen­ciou o aumento no faturamento, ao fazer os preços das passagens subirem na segunda quinzena de março”, diz a FecomercioSP. Os serviços de alojamento e alimentação cresceram 57,7%, registrando faturamento de R$ 4,45 bilhões. E as atividades culturais, recreativas e esporti­vas cresceram 33,2%, chegan­do a R$ 1,25 bilhão.

A entidade avalia que os mesmos fatores que influen­ciaram o setor aéreo também impactaram o transporte ter­restre, que faturou R$ 2,7 bi­lhões (alta de 11,1%), superan­do em 9,3% o nível registrado em março de 2019. A previsão da FecomercioSP é que o au­mento das passagens aéreas deve continuar incentivando a procura por viagens via ônibus interestaduais. As atividades de locação de meios de transpor­te, agência de turismo, opera­doras e outros serviços tiveram alta anual de 4,5%, com fatura­mento de R$ 2,54 bilhões.

O desempenho do gru­po está 3% abaixo do nível de março de 2019. O transporte aquaviário faturou R$ 41,4 bi­lhões, uma queda de 1,6% na comparação anual. Segundo a federação, a baixa está relacio­nada à base de comparação, já que o setor apresentou desem­penho favorável durante a pan­demia, superando em 25,2% o nível anterior à crise sanitária.

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