Vamos dar as mãos? Eta, vidinha!

Sim, vidinha, já que as pessoas que vivem com más in­tenções, os chamados maliciosos e mal-intencionados, estão soltos por este mundo afora.

Eles estão presentes em todas as áreas da nossa vida. Sabe aquele “amigo” que rouba o crédito do seu trabalho? Pois é, acabou de encontrar um. Aquele larápio que espera a velhi­nha sair do banco para aplicar o golpe? Mais um. Mas existe um tipo ainda pior de malicioso, um que causa danos não só às pessoas como também à sociedade como um todo. Você certamente já deve imaginar quem é ele. Sim, ele mesmo. O traficante, que vende, livremente, drogas em nossas ruas e avenidas sem ser incomodado, na maioria das vezes.

Embora seja um problema muito relevante, não irei falar na destruição que essas pessoas causam a quem já é um adulto formado. Evidente que o vício consome famílias. Mas, se a situação é terrível quando envolve pessoas já formadas, imagina quando a vítima desse crime são as nossas crianças?

Consegue imaginar uma escola sem policiamento? Não para cuidar do trânsito, mas sim para evitar que pessoas mali­ciosas passem drogas para as crianças do ensino fundamental. Pense no absurdo dessa situação, onde pessoas querem poluir um dos poucos ambientes puros, onde a criança está em bus­ca de ensinamentos para que possa garantir o seu futuro.
Essas crianças, que saem correndo dos arredores da escola em direção ao pátio para brincarem de forma sadia e inocente não percebem que estão sendo alvo para uma grande destrui­ção, com traficantes rodeando a escola, sempre a espera de uma criança inocente para corromper. Tristes tempos.

Há quem diga que esses criminosos, esses traficantes estejam ali para vender. Não, na verdade eles estão ali para distribuir dro­gas, para criar os dependentes do futuro, de onde vão tirar não só o dinheiro, mas a dignidade e, no longo prazo, a própria vida. É a clientela do futuro. E sim, estes traficantes podem não saber, mas estão destruindo a vida dessas crianças, que ainda pensam em um passeio com seus pais no fim de semana.

Estas pessoas mal-intencionadas não fazem esse tráfico para ganhar o seu sustento e de seus familiares. São pessoas que ga­nham para destruir jovens e famílias. Podem até dar do bom e do melhor aos seus filhos através do dinheiro sujo das drogas, mas o que esperar de um trabalho onde a função é trazer a desgraça para as outras pessoas? Certamente esse ofício não trará nada de bom para a família que através dele é mantida.

É um cenário desolador. Oh, meu Deus! Muitas vezes penso que tudo que eu gostaria é de ter um minuto de muita força para por dentro das cabeças destas pessoas mal-inten­cionadas o caminho da correção. Queria mostrar um pou­quinho de amor, meu Deus… fazer com que eles enxerguem o caminho da verdade.

No Amor Entre os Povos, prestamos assistência todos os dias a vítimas destas pessoas inferiores. Podemos ver, na prática, como é nefasto esse comércio e quantas vidas são destruídas por ele. Não é uma tarefa fácil. Que Deus nos ilumine e nos dê forças para continuarmos a nossa caminhada de salvação.

É preciso, entretanto, confiar em Deus e buscar energia para que tenhamos forças de lutar contra estas pessoas mal­-intencionadas. Nem sempre é fácil, mas temos que enfren­tar essa luta.

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