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‘Táxi Acessível’ retorna à pauta

ALFREDO RISK/ARQUIVO

Termina nesta quarta-feira, 16 de outubro, o prazo máxi­mo de 45 dias para a votação do projeto que cria na cidade o Taxi Acessível, destinado ao deslocamento de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. O tempo para que a proposta tramite pelas comis­sões da Câmara de Vereadores antes de ser levada ao plenário do Legislativo começa a con­tar na data do protocolo, neste caso, 3 de setembro.

A Câmara também é obri­gada a analisar o projeto na primeira sessão subsequen­te ao vencimento do prazo, neste caso, na quinta-feira (17). Esta é a terceira vez que o prefeito Duarte Nogueira Júnior (PSDB) tenta aprovar o projeto na Câmara. A pro­posta já havia sido enviada ao Legislativo e retirada ou­tras duas vezes neste ano. O argumento da administração pregava uma discussão mais ampla da proposta com taxis­tas, o que ainda não ocorreu, por isso a tendência é que a ideia seja retirada da pauta mais uma vez.

Em setembro, o líder do governo na Câmara, vereador André Trindade (DEM), afir­mou que apesar de o Palácio Rio Branco ter reenviado o projeto, ele só seria colocado em pauta para votação depois de ampla discussão com os in­teressados e quando a propos­ta estiver “maturada”. Também garantiu à época que o Legis­lativo promoveria audiência pública para debater o assunto.

Elaborado a partir do an­teprojeto da Empresa de Trân­sito e Transporte Urbano de Ribeirão Preto (Transerp), o projeto do “Programa Táxi Acessível” prevê que o servi­ço seja prestado em caráter de exclusividade, ou seja, somen­te por veículos adaptados, e o total de permissões a serem concedidas corresponderia a 2,5% do total de táxis existen­tes na cidade – hoje são 379, e o aporte seria de nove veículos. De acordo com a proposta, as concessões do novo serviço serão oferecidas, preferencial­mente, aos atuais permissioná­rios, que poderão migrar para a nova modalidade.

Prevê ainda a limitação de concessões dos táxis conven­cionais ao máximo de uma para cada 1.500 habitantes. Entretanto, este aumento só poderá ser feito após estudo de ajuste da frota, quando os dados operacionais apresen­tarem, no mínimo, 75% de taxa de ocupação dos veícu­los. Estes estudos levariam em conta o desempenho operacional do serviço de táxi considerando número de bandeiradas, número de frações, extensão da corrida média e taxa de ocupação.

No caso da ampliação das concessões a proposta estabe­lece que 10% das vagas serão destinadas para condutores com deficiência conforme pre­visto na lei federal nº 12.587. Ribeirão Preto possui atual­mente 379 taxistas credencia­dos, 283 motoristas auxiliares, 38 pontos de estacionamentos e 15 extensões (local de esta­cionamento auxiliar subor­dinado a um ponto). A idade média da frota dos táxis é de quatro anos.

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