Tribuna Ribeirão
Saúde

Anvisa autoriza testes para outra vacina contra covid-19

Testes de vacina contra Covid - Foto Vincenti Ghillione

Medicamento será o segundo do tipo a ser testado no Brasil

As novidades no mundo da tecnologia aparecem a todo momento. Inventar coisas e solucionar problemas do nosso cotidiano estão entre as tarefas mais instigantes da humanidade.

Esse cenário se tornou ainda mais complexo com o surgimento da COVID-19, vírus causador do coronavírus, doença respiratória que já vitimou mais de 60 mil pessoas somente no Brasil.

A busca incessante por respostas, inclusive vacinas, que possam diminuir o ímpeto da doença é tarefa recorrente para revistas científicas e pesquisadores. Mostrar esses avanços em nossa sociedade é uma das missões do site https://tecnonoticias.com.br/, 100% antenado com as novidades no que diz respeito a tratamentos e testes contra o coronavírus.

No Brasil, diversas iniciativas buscam uma resposta para diminuir os estragos da doença que já vitimou mais de 60 mil pessoas no país. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a empresa chinesa Sinovac Biotech a realizar testes para uma nova vacina contra o novo coronavírus. O teste da vacina deve ser feito em 9 mil pessoas, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal.

O estudo aprovado pela Anvisa se refere a um ensaio clínico fase III duplo-cego, controlado com placebo. Antes de dar a autorização, a agência analisou as fases anteriores de teste da vacina. Foram realizados estudos não-clínicos em animais, cujos resultados demonstraram que a vacina apresenta segurança aceitável. A vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus.

O termo “ensaio clínico” se refere aos estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para validar a relação de eficácia e segurança do medicamento e também para validar novas indicações terapêuticas.

Este é o segundo teste de vacina contra covid-19 realizado no Brasil. O primeiro, desenvolvido pela universidade de Oxford, no Reino Unido, tem sido realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação do grupo farmacêutico Astrazeneca. Essa vacina já se encontra em estágio mais avançado de testes e há possibilidade de ser distribuída à população ainda este ano.

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