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RP vai aposentar motos do Samu

A Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto informou, nesta segunda-feira, 25 de agosto, que irá encerrar o atendimento com motocicletas feito pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A medida valerá a partir da próxima semana e tem como justificativa uma tendência nacional – o próprio Ministério da Saúde, neste momento, não habilita novas motos para este fim. Ribeirão Preto tem quatro motocicletas para este tipo de atendimento que são pilotadas por técnicos de enfermagem. Com o fim do serviço, estes profissionais serão remanejados para o atendimento nas ambulâncias do Samu. Segundo a secretaria, apesar da agilidade no deslocamento, o atendimento por motos apresenta limitações. O profissional que chega de motocicleta não consegue realizar o atendimento completo, sendo necessária a espera pela chegada da ambulância. O que acaba prolongando a resposta efetiva ao paciente e demandando maior número de profissionais escalados para a mesma ocorrência. “Além disso, em abril, o Samu passou a contar com o Veículo de Intervenção Rápida, que possui equipe completa para atendimento no local e maior agilidade no deslocamento”, diz em nota. A pasta informa ainda que a medida busca otimizar recursos humanos e materiais, além de alinhar o serviço às diretrizes técnicas atuais de urgência e emergência no país.

A Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto informou, nesta segunda-feira, 25 de agosto, que irá encerrar o atendimento com motocicletas feito pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A medida valerá a partir da próxima semana e tem como justificativa uma tendência nacional – o próprio Ministério da Saúde, neste momento, não habilita novas motos para este fim.  
 
Ribeirão Preto tem quatro motocicletas para este tipo de atendimento que são pilotadas por técnicos de enfermagem. Com o fim do serviço, estes profissionais serão remanejados para o atendimento nas ambulâncias do Samu. Segundo a secretaria, apesar da agilidade no deslocamento, o atendimento por motos apresenta limitações.  
 
O profissional que chega de motocicleta não consegue realizar o atendimento completo, sendo necessária a espera pela chegada da ambulância. O que acaba prolongando a resposta efetiva ao paciente e demandando maior número de profissionais escalados para a mesma ocorrência. 
 
“Além disso, em abril, o Samu passou a contar com o Veículo de Intervenção Rápida, que possui equipe completa para atendimento no local e maior agilidade no deslocamento”, diz em nota. A pasta informa ainda que a medida busca otimizar recursos humanos e materiais, além de alinhar o serviço às diretrizes técnicas atuais de urgência e emergência no país. 

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