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Kleber Mendonça celebra ‘O Agente Secreto’ no Globo de Ouro

KEBEC NOGUEIRA/METROPOLES
Por Redação O Estado de S. Paulo

O Agente Secreto conquistou três indicações ao Globo de Ouro. No X (antigo Twitter), o diretor Kleber Mendonça Filho agradeceu às mensagens e à equipe do longa, que concorre nas categorias de Melhor Filme de Língua Não Inglesa, Melhor Filme de Drama e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura.

“Não sabia que as 3 indicações no Globo de Ouro são recorde brasileiro. Obrigado por me avisar e um abraço enorme pra toda a equipe inacreditável que fez O Agente Secreto”, escreveu ele.

O diretor também agradeceu às mensagens de carinho pelas indicações e brincou que seu celular está “parecendo uma árvore de Natal”.

Recorde

O Agente Secreto tornou-se o filme brasileiro falado em português mais indicado da história do Globo de Ouro. O Beijo da Mulher Aranha, dirigido por Hector Babenco em 1985 e que é uma coprodução entre Brasil e Estados Unidos, teve quatro indicações no Globo de Ouro de 1986 – Melhor Filme de Drama, Melhor Atriz Coadjuvante, para Sônia Braga, e duas em Melhor Ator em Drama, para William Hurt e para Raul Julia. O longa, porém, é totalmente falado em inglês, o que faz com que muitos não o considerem como um filme brasileiro.

Quem concorre com O Agente Secreto

Melhor Filme de Drama

– Frankenstein

– Hamnet

– Foi Apenas um Acidente

– O Agente Secreto

– Valor Sentimental

– Pecadores

Melhor Ator em Filme de Drama

– Joel Edgerton (Sonhos de Trem)

– Oscar Isaac (Frankenstein)

– Dwayne Johnson (Coração de Lutador)

– Michael B. Jordan (Pecadores)

– Wagner Moura (O Agente Secreto)

– Jeremy Allen White (Springsteen: Salve-me do Desconhecido)

Melhor Filme em Língua Não Inglesa

– Foi Apenas um Acidente

– Sem Outra Chance

– O Agente Secreto

– Valor Sentimental

– Sirat

– A Voz de Hind Rajab

Sobre o longa

O filme de Kleber Mendonça que está em cartaz nos cinemas e tem recebido críticas positivas no Brasil e no exterior retrata a história de Marcelo (Wagner Moura), que chega ao Recife em uma tentativa de escapar de seu passado e se reconectar com seu filho. Ele, porém, se vê mergulhado em um clima de insegurança e desconfianças – tal qual o espectador, que durante as 2h40 do filme é transportado para o Brasil de 1977, em plena ditadura militar.

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