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Cratera surge na 
Avenida Nove de Julho

Max Gallão Mesquita 
O piso de paralelepípedo cedeu ao lado de um bueiro, abrindo uma enorme cratera no cruzamento da Nove de Julho com a Marechal Deodoro.

O motorista que passa pelo cruzamento da avenida Nove de Julho com a rua Marechal Deodoro, no Centro de Ribeirão Preto, precisa ter paciência. Por causa das fortes chuvas, o piso de paralelepípedo cedeu ao lado de um bueiro, abrindo uma enorme cratera.

A RP Mobi – Empresa de Mobilidade Urbana de Ribeirão Preto S.A, a antiga Transerp, responsável pelo trânsito e transporte – sinalizou o trecho e cercou o buraco com fita e cavaletes. Em nota enviada á redação do Tribuna, a Secretaria Municipal de Obras Públicas informa que a empresa responsável já foi notificada para executar vistoria na avenida e manutenções no local.

A reinstalação dos centenários paralelepípedos da Nove de Julho foi feita pela empresa Era-Técnica Engenharia Construções e Serviços Ltda. A prefeitura de Ribeirão Preto liberou, em 27 de março, o tráfego de veículos na centenária avenida Nove de Julho – um dos cartões postais da cidade –, que estava em obras de revitalização, restauração e construção de corredor de ônibus na desde julho de 2023.

Alguns trechos da avenida já estavam livres para os motoristas, entre as ruas Tibiriçá e Garibaldi, rua São José entre as ruas General Osório e a avenida Doutor Francisco Junqueira e a Comandante Marcondes Salgado, entre a Mariana Junqueira e a Francisco Junqueira.

Novela – As obras na avenida Nove de Julho começaram em 23 de julho de 2023. Em dezembro do mesmo ano, 40% dos trabalhos deveriam estar concluídos. Porém, apenas 8% foram realizados pela Construtora Metropolitana, que teve o contrato rescindido unilateralmente péla prefeitura sob o argumento de não cumprimento do cronograma definido em contrato.

A empresa Era-Técnica Engenharia Construções e Serviços Ltda. venceu o novo certame lançado pela administração com a proposta no valor global de R$ 32.411.776,19.

A economia foi de 5,63% em relação ao custo estimado inicialmente em edital, de R$ R$ 34.344.037,88, desconto de R$ 1.932.261,69. Porém, o acréscimo chega a R$ 1.279.674,42.

Houve aumento de 4,11% em relação aos R$ 31.132.101,77 propostos pela Construtora Metropolitana, que recebeu R$ 2.517.675,94 – o valor remanescente era de R$ 28.614.425,83. No total, a obra custou R$ 34.929.452,13 aos cofres públicos.

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