Incertezas sobre as supostas negociações para um cessar-fogo no Oriente Médio, em meio a informações conflitantes vindas de Estados Unidos e Irã, aumentaram a percepção global de risco, levando investidores a abandonar bolsas e divisas emergentes para buscar abrigo na moeda norte-americana.
Nesta quinta-feira, 26 de março, o dólar à vista avançou 0,69%, cotado a R$ 5,2562, após máxima de R$ 5,2632. Termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY voltou a tocar os 100,000 pontos. A moeda americana sobe 2,39% em março.
Recua 0,99% na semana, após encerrar a passada em queda de 0,13%. Caiu 2,16% em fevereiro. Acumulou desvalorização de 4,40% em janeiro – a maior queda mensal desde junho de 2025, quando caiu 4,99%. Perde 4,24% em 2026. A divisa recuou 11,18% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – aprofundou perdas e lutou, sem sucesso, para defender ao menos a linha de 183 mil pontos. Nesta quinta-feira, oscilou entre a abertura a 185.423,77 e mínima a 182.570,44 pontos (-1,54%), com giro financeiro a R$ 26,5 bilhões. Ao fim da sessão, marcava 182 732,67 pontos, em baixa de 1,45%.
Recua 3,21% em março. Sobe 3,70% na semana passada, após quedas de 0,81%, 0,95% e 4,99% nas anteriores. Encerrou fevereiro com alta de 4,09%, após ganho de 12,56% em janeiro, melhor desempenho desde novembro de 2020 (15,90%). Registra ganho de 13,41% em 2026. Fechou 2025 em alta de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024.

