O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), indexador usado no reajuste do aluguel, desacelerou a 0,21% na primeira prévia de junho, segundo a Fundação Getulio Vargas. Na primeira prévia de maio, o indicador registrou alta de 0,27%. O movimento foi sustentado pelo alívio do Índice de Preços ao Produtor Amplo (0,18% para 0,09%).
Também houve perda de força no Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) nesta leitura, de 0,41% em maio para 0,32% em junho. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M), porém, acelerou a 0,77% na primeira prévia de junho, após alta de 0,64% na leitura anterior.
O IGP-M de maio registrou alta de 0,84%. Com esse resultado, o índice acumula 3,79% no ano e alta de 1,95% nos últimos doze meses em 1,95% Acelerou a 2,73% em abril, após alta de 0,52% em março. Caiu 0,73% em fevereiro, ante aumento de 0,41% em janeiro. Encerrou 2025 com queda acumulada de 1,05%, menor taxa desde 2023, quando recuou 3,18%.
Em 2024, o índice acumulou alta de 6,54%. Apesar de ser conhecido como a inflação do aluguel, o acumulado negativo não é certeza de que os aluguéis serão reajustados para baixo. Isso acontece porque alguns contratos incluem a expressão “reajuste conforme variação positiva do IGP-M”, o que faz, na prática, que só haja correção se o índice for positivo.

