Em alta firme desde o início dos negócios, na contramão do comportamento da moeda americana no exterior, o dólar renovou máximas na reta final do pregão e encerrou o dia perto do nível de R$ 5,10, no maior valor de fechamento desde a última sessão antes do primeiro turno da eleição presidencial.
Após tocar a máxima a R$ 5,0983, o dólar à vista terminou em alta de 1,15%, cotado a R$ 5,0868 – maior valor de fechamento desde 2 de outubro (R$ 5,2165). Lá fora, o índice DXY – referência em relação a uma cesta de seis moedas fortes – operou em queda ao longo do dia e recuava 0,53% por volta das 17h, aos 102,015 pontos.
A divisa encerrou agosto com ganhos de 2,16% e perdeu 0,10% em setembro. No trimestre, houve alta de 0,23%. Recua 1,70% em outubro. Sobe 2,06% na semana, após queda de 4,44% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 7,33% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – intensificou as perdas na última hora do pregão e chegou a se aproximar do piso registrado no começo do dia (203.110,43 pontos). A máxima bateu em 206.520,28 pontos. No fechamento, caiu 1,06%, a 204.324,26 pontos. O giro financeiro foi de R$ 27 bilhões, relativamente menor do que a média das sessões. Encerrou agosto com leve queda de 0,33% e ganhou 5,03% em setembro. No terceiro trimestre, subiu 8,32%.
Ganha 9,65% em outubro. Cede 2,27% na semana, após elevação de 8,82% na anterior. Caiu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Em fevereiro houve alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 26,81% em 2026, após ter chegado a 23,29% em

