Tribuna Ribeirão
DestaqueEsportes

Após audiência, Doni alega ‘divergências comerciais’ em acusação de fraude

Ex-goleiro do Botafogo é alvo de processo nos Estados Unidos

Foto: Reproução/LinkedIn

Representantes do ex-goleiro Doniéber Alexander Marangon, o Doni, participaram da audiência marcada para a última terça-feira (10), o que afastou do ídolo do Botafogo o risco imediato de prisão nos Estados Unidos. Após a sessão, o vice-campeão paulista de 2001 pelo Pantera se manifestou por meio de uma nota.

Doni está no centro de uma batalha judicial em andamento em Orlando, na Flórida. Ele é acusado de envolvimento em um suposto esquema de fraude imobiliária por meio de sua empresa, a D32 Wholesale.

A investigação aponta que a empresa do ex-goleiro e de seu sócio, Werner Macedo, captava investimentos sob a promessa de altos rendimentos destinados à construção de casas de alto padrão nos Estados Unidos. Entretanto, investidores alegam que as obras foram abandonadas ou sequer iniciadas, enquanto relatórios financeiros continuavam a indicar lucros.

De acordo com o portal UOL, o autor de um dos processos contra a D32 é o volante Willian Arão, do Santos, que teria investido 200 mil dólares (cerca de R$ 1,04 milhão na cotação atual) em novembro de 2022. O retorno prometido era de até 15% ao ano. Arão cobra 600 mil dólares (cerca de R$ 3,1 milhões).

Em nota, a defesa de Doni negou a existência de irregularidades criminosas e atribuiu os atrasos e problemas financeiros a um processo de reestruturação da empresa.

O comunicado afirma que a incorporadora “passa por um processo de reestruturação societária e administrativa, em razão da integração com duas empresas consolidadas do setor da construção no Brasil e nos Estados Unidos”. A equipe do ex-goleiro ainda alega que “esse movimento envolve a revisão e renegociação de contratos sob a nova gestão”.

O processo em questão da audiência realizada pelo Condado de Orange, em Orlando, foi movido por clientes que não receberam seus imóveis e cobram uma dívida de 59 mil dólares (cerca de R$ 309 mil).

A tensão aumentou após a Justiça estadunidense ameaçar expedir um mandado de prisão civil contra os sócios por descumprimento de ordens judiciais anteriores, como a ausência em audiências e a falta de entrega de documentos solicitados.

Embora o risco de prisão imediata tenha sido o foco da semana, a audiência de terça-feira resultou no agendamento de novos depoimentos para o início de maio de 2026. Se emitido, um eventual mandado de prisão teria validade apenas nos Estados Unidos.

VEJA TAMBÉM

Polícia investiga se homem foi envenenado com chumbinho

Luque

Comercial recebe Taquaritinga pela Série A4

Redacao 5

São Paulo recebe o Grêmio pelo Brasileirão

Redacao 5

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade. Aceitar Política de Privacidade

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com