Por: Adalberto Luque
Quatro homens com extensa ficha criminal foram presos, na tarde desta terça-feira (27), sob suspeita de terem assaltado uma indústria. O assalto ocorreu na avenida Dezenove de Junho, Jardim Jóquei Clube, zona Norte de Ribeirão Preto.
De acordo com o Boletim de Ocorrência (B.O.), os quatro chegaram ao local usando máscaras faciais, chapéu e bonés, ocupando um VW Gol de cor chumbo. Um deles entrou na indústria e logo anunciou o assalto. Ameaçou os funcionários com uma arma, a todo momento.
Depois exigiu que um dos funcionários abrisse a porta, que tem fechadura digital, para que outros suspeitos entrassem no local. Sempre ameaçando os funcionários, foram rendendo um por um em suas estações de trabalho.
Um deles apanhava o dinheiro da empresa. O outro pegava celulares e outros bens dos funcionários. Depois o grupo fugiu. Um dos colaboradores da empresa viu a direção tomada e acionou a Polícia Militar, indicando para onde os suspeitos fugiam.
Após buscas pelo local, uma viatura da PM localizou um carro com as mesmas características nas imediações, com quatro homens dentro. Fizeram a abordagem, mas os homens se apresentaram como trabalhadores em horário de almoço.
O condutor do veículo disse que o carro era emprestado de um amigo. Ao checaram os dados dos suspeitos, os policiais militares constataram que todos tinham passagens criminais, com extensa ficha criminal, por furto, roubo, receptação e homicídio.
Dentro do carro, os PMs localizaram, de acordo com o B.O., R$ 17.257,35, além de chapéu, máscaras faciais e cinco telefones celulares. Também havia três armas. Tudo foi apreendido. Os quatro foram levados para a Central de Polícia Judiciária (CPJ).
O delegado prendeu em flagrante os quatro homens por assalto. Hamilton Rogério da Penha, vendedor de 47 anos; Marcos Paulo dos Santos da Silva, barbeiro de 23 anos; Ronivaldo Antônio de Souza, pedreiro de 50 anos e Ricardo de Souza, desempregado de 49 anos, foram indicados por roubo a mão armada, com agravante da participação de duas ou mais pessoas.
Encaminhados para uma unidade prisional, ficaram à disposição da Justiça. O dinheiro e os celulares foram devolvidos às vítimas. A reportagem não localizou a defesa dos envolvidos.

