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Justiça

Empresário é condenado por desvio de sacas de café

Guilherme Osório de Oliveira depõe na audiência de custória (Reprodução)

O empresário Guilherme Osório de Oliveira foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão em regime fechado por apropriação indébita de mais de 20 mil sacas de café que estavam sob sua responsabilidade em armazéns localizados em Altinópolis (SP). A decisão foi proferida pela Justiça de São Paulo. O produto, pertencente a 55 produtores rurais, está avaliado em cerca de R$ 63 milhões.

A esposa do empresário, Marina Célia Lopes da Cruz Oliveira, que também era ré na ação penal, foi absolvida de todas as acusações. O processo corre em segredo de justiça, e a defesa do casal afirmou que continuará atuando de forma técnica no caso.

O esquema veio à tona em janeiro de 2025, quando diversos produtores compareceram à delegacia para relatar o desaparecimento de suas cargas de café, anteriormente armazenadas nos galpões da empresa do casal. Ao menos 50 vítimas prestaram depoimentos, e investigações confirmaram que os armazéns estavam vazios no momento da vistoria policial.

O casal chegou a ser considerado foragido e foi localizado e preso em Caraguatatuba (SP) no final de janeiro. Ambos passaram por audiência de custódia e tiveram a prisão revogada em abril, respondendo ao processo em liberdade desde então.

A decisão judicial que condenou Guilherme Osório é de primeira instância e ainda cabe recurso. O Ministério Público e o Tribunal de Justiça de São Paulo não divulgaram detalhes do julgamento em razão do sigilo judicial.

Prejuízos às vítimas

Produtores rurais afirmam ter sofrido graves perdas financeiras. O produtor Osmar Cardoso da Silva, por exemplo, relatou um prejuízo de R$ 1,6 milhão, correspondente ao sumiço de 675 sacas de café. Já a família da produtora Patrícia Crivelenti calcula ter perdido R$ 18 milhões. Ambos mantinham relações comerciais com os réus há anos e confiavam na armazenagem para posterior venda da colheita.

As vítimas agora aguardam andamento das ações cíveis para tentar recuperar parte dos valores perdidos, o que pode envolver leilões de bens, pedidos de indenização e recuperação judicial, conforme as medidas adotadas pelo Ministério Público e advogados de acusação.

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William Teodoro

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