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Fiocruz vai importar mais doses prontas

TOMAZ SILVA/AG.BR.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pretende importar mais doses de vacinas prontas como forma de contornar o atraso da chegada dos insumos para a produção da vacina da Oxford no Brasil. Prevista ini­cialmente para chegar ao país ainda este mês, a matéria-prima vinda da China só deverá estar à disposição da instituição na se­gunda semana de fevereiro.

As novas doses se juntarão aos dois milhões que chegaram da Índia na sexta-feira passada, dia 22. O novo lote do imuni­zante ainda está em negocia­ção, e por isso ainda não há uma data definida de quando ele chegará ao Brasil. Na ma­nhã desta segunda-feira, 25 de janeiro, a fundação chegou a informar que a intenção era importar mais dez milhões de doses de vacinas prontas.

No início da tarde, contudo, a Fiocruz emitiu comunicado retificando a informação, e de­clarou que “a negociação segue em andamento e ainda não há um quantitativo acertado”. A falta de vacinas é um desafio para a campanha de imuniza­ção no país. Apesar de a previ­são mais recente apontar que a chegada dos insumos à Fiocruz aconteça a partir de 8 de feverei­ro, a fundação só poderá liberar as vacinas cerca de três semanas depois, já que existe a necessi­dade de se fazerem testes.

A presidente da Fiocruz, Ní­sia Trindade, disse que a insti­tuição negocia com a AstraZe­neca, a possibilidade de receber 15 milhões de doses prontas de vacinas para garantir a imuni­zação até que chegue ao Brasil o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) que vai permitir a produção de vacinas em Bio­Manguinhos, da Fiocruz.

“Até que esse gap possa ser superado sempre com o ob­jetivo de trazer de forma mais rápida possível a vacina para nossa população e também de começar a produzir o mais rá­pido possível”, informou no sá­bado (23), logo antes do início da distribuição de dois milhões de doses de vacina da AstraZe­neca pelos estados brasileiros.

De acordo com Nísia Trin­dade, as medidas estão estabele­cidas no contrato de encomen­da e tecnologia e também no memorando de acordo geral da AstraZeneca para encomenda e depois de transferência de tec­nologia, quando todas as etapas serão feitas em BioManguinhos.

“Isso tudo é contratual. Es­taremos recebendo inicialmen­te 15 milhões de doses”, disse, acrescentando que há um aceno da AstraZeneca para antecipar os envios posteriores, que per­mitiriam completar até de 110 milhões e 400 mil doses da va­cina. “Um aceno de que possa antecipar, não agora nesse mo­mento, mas tão logo esse pro­cesso da exportação se resolva, antecipar a vinda de meses se­guintes”, revelou.

Para a presidente da Fio­cruz, a grande preocupação atual da instituição é com a che­gada mais célere possível do IFA para a produção de vacinas em BioManguinhos da Fiocruz. A perspectiva é de receber o insu­mo no início de fevereiro.

exame, além de 14 emergências médicas. No primeiro dia, 2.967 candidatos foram eliminados. De acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes, o núme­ro de faltosos foi maior do que o esperado, mesmo assim, a reali­zação do exame foi vitoriosa.

“Têm vários motivos que podem levar as pessoas a faze­rem ou não a prova do Enem, é uma decisão individual e eu respeito a decisão individual das pessoas. O que é importan­te é o Inep assegurar a oportu­nidade e isso nós fizemos. Esta­mos dando a oportunidade de quem quer fazer o Enem poder fazer”, diz. “Conseguimos asse­gurar, no meio da pandemia, que 5,6 milhões pudessem fazer a prova e que 2,5 milhões fizes­sem as provas. Acho que isso é uma vitória”, acrescenta.

Segundo Lopes, o segundo dia transcorreu com tranqui­lidade. Não houve, até o mo­mento, notificações de pessoas que foram impedidas de reali­zar o exame por conta da lota­ção das salas, como ocorreu no primeiro dia de aplicação. O Inep atualizou os números di­vulgados no último domingo. Até o momento, foi confirma­do que isso ocorreu em onze cidades, em 37 escolas.

Tanto esses estudantes quanto os participantes que fo­ram prejudicados por questões logísticas, como falta de luz no local de prova, e aqueles que não fizeram o exame por apre­sentarem sintomas de covid-19 ou outra doença infectoconta­giosa terão direito a fazer o exa­me na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

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