Tribuna Ribeirão
Esportes

Recuperado de lesão, Hygor acirra briga pela ‘camisa 9’ do Botafogo

Raul Ramos Hygor foi homem de referência no ataque botafoguense diante do Palmeiras

Ponta de origem, atleta ampliou leque de possibilidades no ataque tricolor

Por Hugo Luque

Recuperado de uma lesão que o deixou no departamento médico do Botafogo da segunda à quinta rodada do Campeonato Paulista, Hygor foi importante na vitória do Pantera por 1 a 0 sobre o Palmeiras, no último fim de semana. Logo no retorno, o atacante foi titular e deixou o gramado apenas no fim do segundo tempo.

Ele auxiliou o setor ofensivo botafoguense com muita movimentação para bagunçar o posicionamento da zaga palmeirense. Mesmo sem bola na rede, o veterano de 33 anos está feliz com a volta ainda na primeira fase da competição.

“A gente fica chateado, porque cria uma expectativa quando chega ao clube. É muito complicado ficar de fora em um campeonato tão curto quanto o estadual. (…) Estou muito feliz com o meu retorno aos gramados. Consegui retornar bem e ajudar o grupo nessa vitória importante sobre o Palmeiras. A equipe conseguiu executar dentro de campo tudo o que foi planejado pela comissão técnica durante os treinamentos da semana”, disse.

Diferente da estreia do Paulistão, quando entrou como ponta no empate em 1 a 1 com o Velo Clube, Hygor enfrentou o Palmeiras na função de centroavante. Embora não seja sua posição de origem, o atacante deixou claro que está habituado a jogar centralizado desde um outro trabalho com o técnico Claudio Tencati, há três anos.

Ele ocupou a vaga de Léo Gamalho, que tem características claras de um homem de área, e abriu o leque de possibilidades do time na frente do gol. Com 1,87 metro, o jogador voltou a rir à toa e se dispõe até mesmo a substituir o arqueiro Victor Souza, se necessário.

“Eu quero é jogar, independentemente de como for. Quero jogar, performar e ajudar meus companheiros de alguma forma. Essa função de centroavante eu fixei mesmo no Criciúma. Depois, sempre passaram a me colocar como segundo atacante ou centroavante. É claro que você fica muito tempo sem tocar na bola e isso deixa a gente ansioso, mas é uma função que estou acostumado a fazer, não é novidade. A minha função de centroavante é um pouco diferente: eu tento atacar mais os espaços, não fico parado e abro espaço para quem vem de trás finalizar. Se for para jogar ali, pelos lados ou no gol, quero estar à disposição do Botafogo para ajudar os companheiros de alguma forma”, brincou.

Na briga pela classificação ao mata-mata, o Botafogo tem pela frente o Guarani neste sábado (7), às 18h30, no Brinco de Ouro da Princesa.

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