Por Hugo Luque
O São Paulo entra em campo neste sábado (21), às 18h30, no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP) para enfrentar o Red Bull Bragantino. O encontro é válido pelas quartas de final do Campeonato Paulista.
Disputado em jogo único, o primeiro estágio do mata-mata é simples: quem ganhar, passa. Em caso de empate, a disputa será nos pênaltis.
Campeão pela última vez em 2021, o Tricolor teve uma primeira fase marcada pela ascensão. Inicialmente, o temor da torcida era a luta contra o rebaixamento. No entanto, os comandados de Hernán Crespo engrenaram e chegaram ao mata-mata com 13 pontos somados em oito rodadas, na sexta colocação.
Considerando todas as competições, o São Paulo não sabe o que é perder uma partida há quase um mês. O último tropeço foi no clássico contra o Palmeiras, também pelo estadual. De lá para cá, a equipe do Morumbis, segunda colocada no Brasileirão, soma cinco vitórias e um empate. O triunfo mais recente foi o 2 a 1 sobre a Ponte Preta, no último domingo, que confirmou a classificação.
Do outro lado, o Bragantino também chega com moral, além do mando de campo pela melhor campanha. Terceiro na tabela com 16 pontos – mesma pontuação do líder Novorizontino e do vice-líder Palmeiras –, o Massa Bruta fechou a primeira fase com uma vitória por 3 a 0 justamente sobre o Tigre do Vale, no fim de semana passado.
Na história, o São Paulo leva vantagem no confronto com 27 triunfos, 15 reveses e 16 empates em 58 duelos. Nos mais recentes, em 2025, porém, foram duas derrotas e um empate. Além disso, o retrospecto tricolor fora de casa contra o Braga ao longo dos últimos anos incomoda: cinco tropeços e quatro empates desde o último resultado favorável, em 2019, quando o adversário ainda não vivia a “era Red Bull”.
Para quebrar o jejum, Crespo conta com o meia recém-contratado Cauly, que deve ser relacionado pela primeira vez. Além dele, o zagueiro Arboleda resolveu questões pessoais no Equador e está de volta – caso o defensor jogue, a defesa deve ser formada por uma linha de três, o que pode “sacrificar” um volante. Ferreirinha, por outro lado, é dúvida. Um provável São Paulo tem: Rafael; Lucas Ramon, Alan Franco, Sabino e Enzo Díaz; Bobadilla (Arboleda), Marcos Antonio, Danielzinho e Lucas; Luciano e Calleri.

