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20 de abril de 2024 | 13:36
Jornal Tribuna Ribeirão
Levantamento do New York Times/Siena College, mostra Trump com 48% e Biden com 43% das intenções de voto (Reprodução/Redes Sociais)
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Biden e Trump vencem primárias nos Estados Unidos

Era matematicamente impossível que Donald Trump ou Joe Biden garantissem a nomeação para concorrer à presidência dos Estados Unidos nesta Superterça. Mas atingir o “número mágico” de delegados parece só uma questão de tempo – 2024 deve ser uma reedição da disputa de 2020. E as primárias simultâneas em 15 Estados apontam para as dificuldades que os dois lados terão na corrida à Casa Branca, em novembro.

Sem concorrentes de peso, Biden venceu as primárias democratas em todos os Estados na terça-feira, 5 de março, mas voltou a ser alvo dos votos de protesto pela guerra em Gaza. Trump, do outro lado, consolidou sua liderança no Partido Republicano, vencendo em 14 dos 15 Estados que foram às urnas.

A exceção na noite foi Vermont, onde o ex-presidente perdeu para Nikki Haley. Nesta quarta-feira (6), Haley anunciou a retirada da sua candidatura à presidência pelo Partido Republicano após os resultados desfavoráveis obtidos nesta Superterça. Com isso, o ex-presidente Donald Trump não tem mais rivais nas primárias republicanas e se confirma como nomeação do partido, em uma reedição da disputa eleitoral de 2020 contra o democrata Joe Biden.

Vermont foi apenas a segunda vitória de Haley desde que o republicanos de Iowa deram a largada nas prévias, ainda em janeiro – a primeira veio no domingo, em Washington DC. O desempenho de Nikki Haley não chega nem perto de ameaçar a liderança de Trump nas primárias.

Nas pesquisas para novembro, o líder republicano ampliou a vantagem sobre o democrata, mesmo acumulando uma série de problemas com a Justiça. No levantamento do New York Times/Siena College, divulgado no fim de semana, a diferença foi de cinco pontos percentuais: Trump com 48% e Biden com 43% das intenções de voto.

Em nota, Biden apresentou a eleição como o momento de defender a democracia e as liberdades fundamentais – ideia que também esteve presente na campanha de 2020. E exaltou medidas do governo na economia, como as taxas de desemprego e o aumento dos salários, afirmando que “esse progresso estará em risco se Trump voltar à Casa Branca”.

 

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