Consumo de energia aumenta 18%

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ALFREDO RISK/ARQUIVO

Com o fim do inverno e a chegada de temperaturas mais altas, os consumidores precisam tomar cuidados em sua rotina para evitar sustos com o aumen­to das contas de energia elétrica. De acordo com levantamento da CPFL Paulista, distribuidora que atende 309.817 consumido­res de Ribeirão Preto e mais 4,2 milhões de clientes espalhados em outras 233 cidades do esta­do de São Paulo, o consumo de energia cresceu 15% entre se­tembro e outubro deste ano na média dos 234 municípios da sua área de atuação.

O incremento é decorren­te das altas temperaturas que estão sendo registradas no in­terior de São Paulo, resultando na maior utilização de apare­lhos como ar-condicionado, chuveiros e refrigeradores. Somente nas cinco maiores cidades da região de Ribeirão Preto, os clientes da empresa consumiram 22,1 mil megawatt­s-hora (MWh) de energia a mais no mês passado na comparação com setembro. Na média, o au­mento foi de 18%. O montante seria suficiente para abastecer 9,2 mil novas residências pelo período de um ano.

Sertãozinho foi o município que registrou a alta mais inten­sa, com uma ampliação de 22% no uso da energia, de 14.252 MWh para 17.391. Em segui­da, estão Pontal (de 3.473 para 4.133 MWh), Ribeirão Preto (de 87.6456 para 103.354 MWh), Jaboticabal (de 9,.076 MWh para 10.718) e Monte Alto (de 6.644 para 7.582 MWh). Pen­sando em auxiliar o consumidor, a CPFL Paulista traz orientações de mudanças de hábito que aju­dam a reduzir o consumo de energia elétrica.

Uma dica importante a ser sempre observada pelos clien­tes no momento de comprar um eletrodoméstico é procurar o Selo Procel, que mostra o ní­vel de eficiência energética dos equipamentos. O consumidor deve optar pelos equipamentos com selo A, que sinaliza que o produto em questão possui um elevado nível de eficiência no consumo energético. Isso serve para qualquer eletrodoméstico, como geladeira, ar-condiciona­do ou uma televisão.

Além do ganho financeiro para o consumidor, a economia no consumo de energia também beneficia o meio ambiente. “O uso consciente dos recursos na­turais ajuda a reduzir a demanda por energia e, consequentemen­te, evita a sobrecarga do sistema, o que pode levar, por exemplo, ao acionamento de usinas ter­melétricas, que são mais caras e poluentes. Todos saem ganhan­do quando a energia elétrica é utilizada de forma consciente”, reforça Roberto Sartori, Presi­dente da CPFL Paulista.

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