Covid-19 já causou 27 mortes na cidade

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RICARDO MORAES/REUTERS

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) confirmou mais três mortes por covid-19 entre domingo, 31 de maio, e esta segunda-feira, 1º de junho. A cidade já soma 27 falecimentos óbitos em decorrên­cia do novo coronavírus, além de 1.217 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2. A taxa de letalidade está em 2,2%, inferior aos índices regional (3,6%), estadual (6,9%), nacional (5,7%) e mundial (6%). A mortalidade é de 3,84 mortes para cada 100 mil habitantes.

Segundo o Boletim Epidemiológico do Departamento de Vigilância em Saúde, um homem de 67 anos, portador de doença cardiovascu­lar crônica e hipertensão arterial, morreu na sexta-feira (29). Estava internado em um hospital particular da cidade. No sábado (30), outro homem de 67 anos, que sofria de doença cardiovascular crônica e diabetes, morreu em hospital público.

No domingo, dia 31, uma mulher de 80 anos, portadora de diabetes mellitus e hipertensão arterial, morreu em um hospital público de Ribeirão Preto. Entre 9 e 31 de maio, o município registrou 19 falecimentos, mais do que o dobro dos oito que ocorreram entre o final de março e abril.

Por sexo, são 13 homens (48,2%), de 36 anos, 41, 57, 64, 67 (dois), 68, 73 (dois), 74, 76, 79 e 87 anos, e 14 mulheres (51,8%), de 51 anos, 58, 70, 71 (duas), 76, 80 (três), 85, 88, 89, 94 e 99 anos de idade. Vinte e seis tinham alguma comorbidade como doença cardiovascular, crônica, diabetes, pneumopatia, doença neurológica crônica, imunodeficiência e doença renal crônica (96,3%). Apenas o homem de 76 anos não tinha doença autoimune (3,7%).

Quatro pessoas tinham menos de 60 anos (14,8%) e 23 eram sexa­genárias, septuagenárias, octogenárias ou nonagenárias (85,2%). Por idade, os óbitos estão distribuídos entre 30 e 39 anos (uma morte, 4%), de 40 a 49 anos (uma morte, 4%), entre 50 e 59 anos (três, 11%), entre 60 e 69 anos (quatro, 15%), de 70 a 79 anos (nove, 33%), de 80 a 89 anos (sete, 26%) e de 90 anos ou mais (duas, 7%).

Segundo o boletim, a divisão dos óbitos por fatores de risco indica que a maioria das vítimas tinha doença cardiovascular crônica (16 pacientes, 59%), diabetes mellitus (14 pessoas, 52%), doença neu­rológica crônica (quatro, 15%), doença pulmonar crônica (duas, 7%), doença renal crônica (duas, 7%), hipertensão arterial (quatro, 15%), doença hepática crônica (uma, 4%), obesidade grau 3 (uma, 4%) e síndrome metabólica (uma, 4%). Os números superam os 27 óbitos porque a maioria das vítimas tinhas duas ou mais comorbidades.