O governo de São Paulo, por meio da Secretaria Es­tadual da Saúde, ampliou a atuação do programa “Coru­jão da Saúde” para Ribeirão Preto, o que contribuirá na redução da demanda repri­mida por diagnósticos de endoscopia, mamografia e ultrassonografia na cidade. O atendimento será realiza­do em horários alternativos, por meio da ampliação da oferta nos serviços da rede própria estadual e parcerias com hospitais privados.

Para oferecer os exames na rede pública, o governo fez parcerias com o Hospital Estadual de Ribeirão Preto (Herp), Centro de Referência da Saúde da Mulher (Mater), Hospital das Clínicas da Fa­culdade de Medicina de Ri­beirão Preto da Universidade de São Paulo (HC-FMRP/ USP), Documenta, Hospital São Lucas, Beneficência Por­tuguesa, Santa Casa de Mise­ricórdia e Unimed.

Em Ribeirão Preto, a de­manda reprimida para ultras­sonografia de abdome total, superior e vias urinárias é de 1.399 pacientes. Para mamo­grafia são 550 pacientes e para endoscopia digestiva alta são 120 pacientes aguardando na fila de espera. A secretária municipal da Saúde em exer­cício, Jane Aparecida Cristina, avalia que a parceria com ins­tituições públicas e privadas é uma contribuição extrema­mente valorosa para a popula­ção de Ribeirão Preto.

“Atualmente, as parcerias são fundamentais para su­prir demandas que às vezes o Estado não supre e, na saúde pública, elas devem ser cada vez mais frequentes. Quem ganha são os pacientes que necessitam de assistência”, disse. O agendamento está sendo feito pela Secretaria Municipal de Saúde, que en­caminhará o paciente para a instituição onde será atendi­do. Ele será direcionado de acordo com a disponibilida­de dos hospitais e prioridade.

O secretário da Saúde do Estado de São Paulo, José Henrique Germann Ferrei­ra, ressaltou que o “Corujão da Saúde” é um importante programa que utiliza hospi­tais particulares conveniados para fazer exames. “Melhorar a vida do paciente que utiliza o SUS é nosso principal ob­jetivo. O Corujão representa nossos esforços para enfren­tar a demanda reprimida por exames na rede pública e, as­sim, agilizar diagnósticos e o tratamentos”, afirmou.

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