Geradores de energia: principais tipos

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Geração de energia - Foto Pixabay

O gerador de energia é um equipamento que transforma a energia mecânica, química, solar ou de qualquer outra natureza, em energia elétrica.

São equipamentos popularmente utilizados como garantia de abastecimento em caso de oscilações ou apagões na rede elétrica tradicional, além de permitir mais eficiência a sistemas locais.

Podem ser instalado em condomínios, hospitais, aeroportos, supermercados, shopping centers, no setor agropecuário, entre outros, oferecendo segurança e comodidade para moradores, clientes e funcionários.

Compreender os modelos variados é fundamental para descobrir qual das opções é a mais adequada para atender à sua necessidade.

Diversidade de modelos

Modelos com geração mecânica funcionam a partir da transformação da energia mecânica em energia elétrica. São os mais usados, porque apresentam maior capacidade de potência.

Outro tipo comum é o de geração via combustíveis fósseis. De fácil adaptação, se utilizam da queima deste tipo de recurso para realizar a movimentação mecânica do sistema:

  • Gerador a diesel: para locais onde há necessidade contínua de energia, este é o mais resistente e rentável, se utilizado durante um período longo. É ideal para onde não há acesso à rede elétrica ou como suporte em emergências. O motor a diesel possui um consumo menor e é mais durável se passar pela manutenção adequada;
  • Gerador a gasolina: é mais barato, no entanto, gasta mais combustível para entregar a mesma disponibilidade de energia elétrica que um gerador a diesel. São de menor porte, o que facilita o transporte, e emitem menos barulho ao funcionar. Recomendado para abastecer durante quedas de energia que não sejam longas;
  • Gerador a gás: movido por diferentes tipos de gás (natural ou o de aterro), ou seja, combustíveis mais limpos e baratos, são usados em indústrias e grandes comércios, locais de alto consumo. Necessitam de uma rede de distribuição de gás disponível.

Há também o gerador térmico, que utiliza o próprio calor para produzir energia, a partir da conversão de algum tipo de mudança de temperatura ou reação térmica.

A geração feita por reação química é capaz de fornecer a energia suficiente usando algum contato externo, com a ligação completa entre os polos positivo e negativo. Considerada muito cara, é utilizada em escalas menores, como pilhas e baterias.

E existem os modelos com características sustentáveis. Um é o gerador via energia solar, que usa um material semicondutor – geralmente é o silício – para captar os raios solares e realizar a conversão em energia elétrica. Com custo zero de matéria-prima e emissão de gases do efeito estufa quase nula, só demanda espaço apropriado para a instalação das placas de captação, independente dos dias nublados.

Nesta linha, também há os geradores eólicos. Eles transformam a energia do vento em energia elétrica, por meio da captação dos fluxos de ar na atmosfera terrestre para realizar a movimentação de turbinas.

Aplicações mais comuns

O consumo de energia é um dos indicadores da economia brasileira. Desde que a pandemia do novo coronavírus foi declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), houve retração no país. A queda chegou a 12,1% no total, com diminuição de 11,5% no mercado regulado e de 13,6% no livre, no mês de abril de 2020 em comparação com 2019.

Em junho, os dados preliminares apontam retração média de 4,7% entre os dias primeiro e 26 de junho, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo estudo da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a tendência é de desaceleração da trajetória de queda e de retomada gradativa da demanda, com a flexibilização das medidas de isolamento social em algumas das principais cidades do país.

Os dados só comprovam a ligação da eletricidade e importância para os setores econômicos.  Para a indústria e o comércio, além das demandas específicas de cada setor, uma queda de energia pode impactar na produtividade, iluminação, refrigeração, no aquecimento e sistema de segurança.

Nestes casos, os equipamentos garantem o suprimento sem interrupção e contribuem para a economia em horários de pico de consumo.

Os geradores são úteis inclusive para as concessionárias de energia, no apoio ao fornecimento em casos de emergências no sistema.

O hospitais são obrigados por lei no Brasil a terem geradores para garantia de manutenção do funcionamento. Na agroindústria são opção confiáveis que pode ser monitorada a distância, ou seja, oferecendo mais eficiência que a energia oriunda da estrutura nacional.

Para estádios de futebol, shopping centers, pavilhões de exposições, cinema, aeroportos, shows de música ou festivais e nas diversas áreas da construção, se houver falha, as consequências são paralisações, atrasos e prejuízos financeiros.

Para esses e tantos outros negócios, a energia temporária é alternativa segura para um abastecimento contínuo. E poder contar com alternativas como o aluguel de geradores de energia, terceirizando e centralizando todo o processo na empresa contratada, faz toda a diferença.

Fonte: Pixabay